Brasil: estado do país, 2002–2025

Economia e condições de vida na mesma linha do tempo. Escolha um tema ou combine indicadores.
Como ler e escolher os indicadoresUm gráfico grande, unidades explícitas e cobertura real de cada série

As linhas usam escalas diferentes. Alturas, cruzamentos e inclinações não medem qual dimensão melhorou mais. O eixo acompanha a linha destacada; use o menu Indicadores para escolher as linhas. Não há nota geral nem pesos implícitos por quantidade de linhas.

Seleção: Panorama mostra dimensões distintas. Contexto macro separa condições econômicas dos resultados sociais. Educação fica em um filtro próprio, com etapas, domínios e componentes em Indicadores. Todos mantém a visão completa no mesmo gráfico.

Ausência não é zero. Cada legenda mostra o período disponível. Lacunas anuais interrompem linhas; segmentos tracejados de Ideb e PISA ligam apenas observações de ciclos, sem estimar anos intermediários. Incerteza amostral é exibida no PISA; ausência de barras nas demais séries não significa ausência de erro.

Qualidade da fonte: déficit fiscal sem conceito identificado suspenso; EMBI+ de 2024–2025 removido e legado anterior identificado como pendente. Renda do trabalho substituída por conceito, tabela e base de preços verificáveis. A exportação usa os mesmos valores do gráfico.

Sem inferência causal: mandatos presidenciais são contexto temporal. Coincidência de datas ou trajetórias não identifica o efeito de um governo. Indicadores nacionais também ocultam diferenças regionais, raciais e entre grupos.

Dados e metadados (JSON) · Todas as séries (CSV)

Escalas diferentes: a altura e os cruzamentos das linhas não são comparáveis. Destaque uma linha para ver sua unidade e seu valor.

Marcos metodológicos
Valores do ano · dados e unidades
IndicadorValorUnidade

Sem observação significa ausência de dado, não zero. IC95% aparece para o PISA.

Disponibilidade, unidades e fontes de todos os indicadores

Extração 05/10/2026. Anos ausentes não são interpolados. Abra a definição para conferir população, método e revisões.

IndicadorPeríodoUnidadeFonte e definição
Inflação IPCA2002–2025%IBGE · Definição
Desemprego · OIT/Banco Mundial2002–2025% da força de trabalhoOIT / Banco Mundial · Definição
Crescimento do PIB2002–2025%IBGE · Definição
Desigualdade Gini2002–2025índice 0–100Banco Mundial · Definição
Renda habitual de todos os trabalhos2012–2025R$ de 2025 / mêsIBGE · SIDRA 7542 / variável 10774 · Definição
EMBI+ · histórico a confirmar2002–2023pontos-baseArquivo original · série exata e agregação pendentes · Definição
Câmbio real efetivo · BIS2002–20252020 = 100BIS · média anual do índice amplo real · Definição
Pobreza2002–2024%Banco Mundial · WDI/PIP · Definição
Extrema pobreza2002–2024%Banco Mundial · WDI/PIP · Definição
Renda domiciliar por pessoa2012–2025R$ de 2025 / mêsIBGE · PNAD Contínua/SIDRA · Definição
Expectativa de vida2002–2024anosBanco Mundial · fontes ONU/nacionais · Definição
Homicídios intencionais2002–2023por 100 mil habitantesUNODC · via Banco Mundial · Definição
Ideb · anos iniciais2005–2025índice 0–10Inep · Saeb/Censo Escolar · Definição
Ideb · anos finais2005–2025índice 0–10Inep · Saeb/Censo Escolar · Definição
Ideb · ensino médio2005–2025índice 0–10Inep · Saeb/Censo Escolar · Definição
Roubos totais2018–2025por 100 mil habitantesFBSP · Anuários 2025/2026; IBGE · revisão 2024 · Definição
PISA · matemática2003–2025pontos de proficiênciaOCDE · PISA, apresentação Inep 2025 · Definição
PISA · leitura2003–2025pontos de proficiênciaOCDE · PISA, apresentação Inep 2025 · Definição
PISA · ciências2006–2025pontos de proficiênciaOCDE · PISA, apresentação Inep 2025 · Definição
Participação na força de trabalho2012–2025%IBGE · PNAD Contínua / SIDRA · Definição
Nível de ocupação2012–2025%IBGE · PNAD Contínua / SIDRA · Definição
Subutilização do trabalho2012–2025%IBGE · PNAD Contínua / SIDRA · Definição
Informalidade2016–2025%IBGE · PNAD Contínua / SIDRA · Definição
Renda domiciliar mediana2012–2025R$ de 2025 / mêsIBGE · PNAD Contínua / SIDRA · Definição
Renda dos 40% mais pobres2012–2025R$ de 2025 / mêsIBGE · PNAD Contínua / SIDRA · Definição
Insegurança alimentar2023–2024% dos domicíliosIBGE · PNAD Contínua / SIDRA · Definição
Adequação escolar · 15–17 anos2016–2025% dos jovensIBGE · PNAD Contínua / SIDRA · Definição
Adultos com ensino médio completo2016–2025% das pessoas de 25+IBGE · PNAD Contínua / SIDRA · Definição
PIB real por pessoa2002–2025US$ constantes de 2015Banco Mundial · WDI · Definição
Hiato de pobreza · US$ 8,302002–2024% da linha de pobrezaBanco Mundial · WDI · Definição
Mortalidade infantil2002–2024por mil nascidos vivosBanco Mundial · WDI · Definição
Saneamento gerido com segurança2002–2024% da populaçãoBanco Mundial · WDI · Definição
PISA · cobertura dos jovens de 15 anos2003–2025% dos jovens de 15 anosOCDE · PISA 2025 · Definição
Saeb · aprendizagem · anos iniciais2005–2025índice 0–10Inep · Saeb / Censo Escolar · Definição
Ideb · progressão (P) · anos iniciais2005–2025índice 0–1Inep · Saeb / Censo Escolar · Definição
Saeb · aprendizagem · anos finais2005–2025índice 0–10Inep · Saeb / Censo Escolar · Definição
Ideb · progressão (P) · anos finais2005–2025índice 0–1Inep · Saeb / Censo Escolar · Definição
Saeb · aprendizagem · ensino médio2005–2025índice 0–10Inep · Saeb / Censo Escolar · Definição
Ideb · progressão (P) · ensino médio2005–2025índice 0–1Inep · Saeb / Censo Escolar · Definição
PIB real por pessoa · variação desde 20022002–2025%Banco Mundial · WDI · Definição
Renda dos 40% mais pobres · variação desde 20122012–2025%IBGE · PNAD Contínua / SIDRA · Definição

Baixar todas as séries em CSV · Dados e definições em JSON

Como ler o gráfico e suas escalas
Escalas independentes: cada eixo tem a unidade no cabeçalho. O eixo esquerdo mostra a escala escolhida abaixo do gráfico. IPCA e crescimento do PIB compartilham a escala de taxas (%); câmbio BIS, Gini, EMBI+ e renda usam escalas próprias. Passe o cursor sobre uma linha ou seu nome para ver a escala correspondente. A altura de linhas com unidades diferentes não indica valores equivalentes.
A renda média comparável via PNAD Contínua começa em 2012; Gini de 2010 não aparece na série utilizada. No câmbio BIS, uma alta indica apreciação real frente à cesta.
* Mudanças de método: cada asterisco usa a cor do indicador. Passe o cursor ou focalize para destacar o ano; clique para abrir a explicação.
Antes de tirar conclusões sobre os númerosUma tendência, sozinha, não demonstra o efeito de uma política.
TESTES A/B · PRÉVIA DO BISTONUma queda pode esconder um benefício Queda, mas com menor perdaCenário ilustrativo da explicação A/B do Biston. Os dois grupos começam em 50. Com a mudança, o resultado cai para 40; o controle cai para 20. A diferença entre os grupos é positiva em 20 pontos, apesar da queda observada. 1007550250 Mudança 4020 AntesDepois Métrica ilustrativa · quanto maior, melhor Com a mudançaControle, sem a mudança +20 pontos em relação ao controleOs dois grupos caíram. A comparação revela a menor perda com a mudança.Explorar a explicação interativa Cenário ilustrativo, não dados reais. Biston requer acesso autorizado com ChatGPT.

TL;DR: O gráfico mostra o que aconteceu. Para avaliar o efeito de uma decisão, precisamos de uma comparação crível com o que teria acontecido sem ela: o contrafactual.

Exemplo hipotético: o PIB cai 1% com uma política, mas cairia 3% sem ela. Nesse cenário, a política teria evitado uma perda de 2 pontos percentuais, mesmo com o indicador em queda. Da mesma forma, uma alta pode decorrer de condições externas favoráveis.

  • Mandatos: juros, cenário internacional, decisões anteriores e efeitos defasados também influenciam os resultados observados durante um governo.
  • Definições: médias podem esconder diferenças entre grupos; taxas dependem do denominador e registros de crimes também dependem de denúncias e cobertura.
  • Comparabilidade: mudanças de pesos, amostra e método podem revisar o histórico. Confira os marcos antes de comparar períodos.
  • Escalas: aqui, as linhas usam escalas próprias. A altura ou o cruzamento de indicadores com unidades diferentes não demonstra equivalência nem relação causal.

Testes A/B aleatorizados estimam um contrafactual com um grupo de controle. Para políticas nacionais, em geral é necessário outro desenho de pesquisa, com hipóteses explícitas e análise da incerteza.

Ver outras influências sobre um resultado

Marcos metodológicos · 2002–2025

Os asteriscos coloridos indicam mudanças das fontes. No celular, abra “Marcos metodológicos” abaixo do gráfico para acessar cada ano; no computador, os marcos aparecem junto ao eixo temporal. Abra uma nota abaixo e siga os links para o trecho exato da explicação. As datas de publicação das revisões não são quebras automáticas em séries retropoladas ou encadeadas.

  1. 2006 ***IPCA e publicação do índice amplo BISTL;DR: Atualizou-se o peso do consumo no IPCA e ampliou-se a cesta de moedas do BIS.Pesos e cesta

    PISA · TL;DR: Ciências passa a ter o recorte histórico de comparação usado nesta fonte.
    Impacto na medição: A linha de ciências começa em 2006 no quadro oficial. Isso delimita a série apresentada, sem converter médias de matrizes anteriores em pontos equivalentes. Explicação e fontes →

    O que impactou no cálculo

    IPCA · julho: A POF 2002–2003 substituiu a estrutura anterior: cada item passou a contribuir conforme seu novo peso no orçamento das famílias. A mesma alta de preços de um produto pode contribuir mais ou menos para o índice agregado. A série é encadeada, sem reiniciar a inflação acumulada.

    BIS · março: O índice amplo passou a combinar mais parceiros comerciais, com pesos que variam no tempo. A cotação e a inflação relativa de cada parceiro entram conforme esses pesos. O histórico divulgado desde 1994 permite comparar dentro da mesma versão da série.

    A estrutura baseada na POF 2002–2003 entrou em vigor em julho de 2006. Em março, o BIS publicou os novos índices amplos e pesos variáveis no tempo, com dados históricos desde 1994.

  2. 2007 ****PIB · referência 2000; criação do IdebTL;DR: O PIB teve seu histórico revisto; o Ideb nasceu combinando aprendizagem e aprovação.Revisão e novo indicador

    O que impactou no cálculo

    PIB · março: A referência 2000 e novas fontes alteraram as estimativas de produção, valor adicionado e crescimento. Os anos anteriores foram recalculados: compare uma única versão revisada, sem colar níveis de publicações antigas.

    Ideb: O índice combina a nota padronizada do Saeb com o indicador de rendimento baseado nas taxas de aprovação. Melhor desempenho ou maior aprovação elevam o resultado. A criação em 2007 trouxe resultados retrospectivos de 2005; não foi uma quebra em uma série anterior de Ideb.

    Ideb criado em 2007, com resultados retrospectivos desde 2005.

    Ideb · anos iniciais · Ideb · anos finais · Ideb · ensino médio

    A revisão das Contas Nacionais publicada em março de 2007 alterou fontes e valores históricos.

  3. 2012 *******PNAD Contínua e pesos IPCATL;DR: Começou uma pesquisa nacional diferente para trabalho e renda; o IPCA atualizou os pesos.Pesquisa e pesos

    O que impactou no cálculo

    Trabalho, renda e desigualdade · janeiro: Na desocupação, a razão continua sendo pessoas desocupadas ÷ força de trabalho. Mas a PNAD Contínua mudou a abrangência, a amostra e a coleta em relação à PME de seis regiões metropolitanas, mudando quem pode entrar no numerador e no denominador. Não há um fator único para converter a PME em PNAD Contínua.

    Séries deste gráfico: As rendas comparáveis começam em 2012. Gini e pobreza anteriores dependem de outras pesquisas ou harmonização internacional; 2012 marca o início da PNAD Contínua, não prova que toda fonte usada neste gráfico mudou exatamente naquele ano. A linha longa de desemprego é harmonizada, não uma única pesquisa IBGE invariável.

    IPCA · janeiro: A POF 2008–2009 atualizou a importância relativa dos produtos e serviços. O método geral permaneceu, com encadeamento do índice: mudou quanto cada preço pesa, sem uma ruptura equivalente à troca de pesquisa de trabalho.

    A renda domiciliar começa com a PNAD Contínua em 2012. Para pobreza, a série internacional harmonizada também exige atenção às diferenças entre pesquisas brasileiras.

    Renda domiciliar por pessoa · Pobreza e comparabilidade

    A PNAD Contínua começou em janeiro. As pesquisas anteriores têm outra abrangência e outros conceitos; a PME continuou até 2016. O IPCA também recebeu novos pesos, com série encadeada.

  4. 2015 ****PIB · referência 2010 / SNA 2008TL;DR: O PIB passou a incorporar conceitos, fontes e classificações novas; o passado foi recalculado.Revisão histórica

    PISA · TL;DR: O modo de aplicação passou para computador.
    Impacto na medição: Novos formatos de tarefas digitais mudam como as competências são observadas. A ligação entre ciclos usa procedimentos e itens de tendência; não é correto atribuir toda diferença de pontuação ao computador. Explicação e fontes →

    O que impactou no cálculo

    PIB · março: A referência 2010 incorporou o SNA 2008, a CNAE 2.0 e novas fontes e procedimentos. Mudanças como o tratamento de pesquisa e desenvolvimento como investimento podem alterar o nível do PIB e seus componentes; as novas informações também podem revisar taxas de crescimento.

    Comparação: A retropolação aplica a nova metodologia aos anos anteriores. A data de publicação não representa um salto econômico em 2015: use a série revisada inteira. Indicadores em % do PIB também podem mudar quando o denominador é revisto, mesmo com o numerador fiscal igual.

    A revisão publicada em março incorporou novas fontes, classificações e o SNA 2008. Os anos anteriores foram recalculados.

  5. 2016 *Fim da PMETL;DR: A PME terminou; isso não mudou a fórmula da PNAD Contínua.Fim de pesquisa

    O que impactou no cálculo

    Desemprego · março: A publicação final da PME refere-se a fevereiro de 2016. O fim da pesquisa antiga encerra aquela fonte, sem alterar a razão de desocupação da PNAD Contínua ou tornar os dois universos equivalentes.

    Comparação: Trate as duas pesquisas separadamente. Um movimento entre o último ponto da PME e um ponto da PNAD pode refletir diferenças de cobertura e conceitos, além da conjuntura.

    A PME foi encerrada em março. Esta data marca o fim da pesquisa antiga, sem transformar a PME e a PNAD Contínua em uma única série homogênea.

  6. 2018 *PISA · leitura adaptativaTL;DR: A prova de leitura passou a escolher blocos conforme o desempenho.Desenho de avaliação

    PISA · TL;DR: A prova de leitura passou a escolher blocos conforme o desempenho.
    Impacto na medição: A escolha de blocos se adapta ao estudante, buscando medir com mais precisão. A escala continua ligada entre ciclos; o resultado não é uma média simples da porcentagem de acertos. Explicação e fontes →

  7. 2019 ****Rendimentos e composição da cesta BISTL;DR: Revisaram-se rendimentos da PNAD e retirou-se a moeda venezuelana da cesta BIS.Tratamento e cesta

    O que impactou no cálculo

    Renda e Gini · julho: A revisão do tratamento dos rendimentos, incluindo valores atípicos, alterou microdados e estimativas. Corrigir rendas individuais pode mudar a média e a distribuição usada no Gini; não foi uma nova fórmula matemática do Gini. Use os microdados ou resultados revisados em todo o período.

    BIS · abril: A exclusão da moeda venezuelana alterou a composição e os pesos relativos da cesta ampla. O índice combina moedas e preços relativos ponderados pelo comércio; revise o histórico da mesma fonte, sem juntar versões diferentes.

    O IBGE revisou a metodologia e os microdados de rendimentos em julho; indicadores de renda e desigualdade podem diferir de publicações anteriores. Em abril, o BIS excluiu a moeda venezuelana da cesta ampla.

  8. 2020 ****Pesos IPCA e coleta remota PNADTL;DR: Mudou a cesta do IPCA; a pandemia alterou a forma de entrevistar na PNAD.Pesos e coleta

    O que impactou no cálculo

    IPCA · janeiro: A POF 2017–2018 atualizou produtos, serviços e pesos. As variações de preços continuam agregadas conforme a participação no consumo. A série encadeada preserva a comparação histórica, embora um mesmo choque de preços tenha contribuição diferente sob os novos pesos.

    Trabalho e renda · pandemia: A passagem da entrevista presencial para o telefone alterou as condições de contato e resposta. A fórmula da desocupação não mudou; mudanças em quem respondeu podem afetar as estimativas e a comparabilidade. O marco é de coleta, não uma justificativa para atribuir toda variação à metodologia.

    O IPCA passou a usar a POF 2017–2018 em janeiro. Durante a pandemia, a coleta da PNAD Contínua passou a ser remota, com efeitos sobre as condições de resposta e comparação.

  9. 2021 *******Calibração PNAD; contexto do Ideb na pandemiaTL;DR: Os pesos da PNAD foram recalibrados; a aprovação escolar afetou a leitura do Ideb na pandemia.Pesos e contexto

    O que impactou no cálculo

    PNAD · novembro: Os fatores de expansão determinam quantas pessoas da população cada entrevistado representa. Na média ponderada, somam-se peso × renda e divide-se pela soma dos pesos; totais, taxas de desocupação e Gini também dependem desses pesos. A recalibração revisou o histórico sem redefinir o que significa estar desocupado.

    Ideb · edição 2021: O Ideb continua combinando desempenho e aprovação. Políticas excepcionais de aprovação podem elevar o componente de rendimento mesmo sem melhora na aprendizagem. Participação e condições de avaliação também exigem atenção. Este é um alerta de contexto e comparabilidade, não uma afirmação de mudança da fórmula.

    Renda domiciliar: calibração da PNAD. Ideb: o contexto da pandemia e as políticas de aprovação exigem cuidado na comparação.

    Renda domiciliar por pessoa · Ideb · anos iniciais · Ideb · anos finais · Ideb · ensino médio

    A revisão dos fatores de expansão em novembro reponderou a série histórica de trabalho, renda e desigualdade.

  10. 2022 *PISA · matemática adaptativaTL;DR: A prova de matemática passou a usar blocos adaptativos.Desenho de avaliação

    PISA · TL;DR: A prova de matemática passou a usar blocos adaptativos.
    Impacto na medição: Mudou o percurso de itens, sobretudo a precisão nos extremos da escala. Itens comuns e controles de aplicação sustentam a comparação. A pandemia adiou o ciclo previsto para 2021 até 2022. Explicação e fontes →

  11. 2023 *BIS · cobertura ampliadaTL;DR: A cesta ampla BIS alcançou 64 economias após expansão gradual.Cobertura

    O que impactou no cálculo

    Câmbio real efetivo: Mais economias alteram a composição da cesta e a distribuição dos pesos comerciais. O índice combina taxas de câmbio com preços relativos: a valorização de uma moeda parceira pesa conforme sua importância comercial.

    Comparação: A ampliação foi gradual; 2023 identifica a cobertura alcançada, não uma única ruptura instantânea. Use a série histórica da mesma versão. A base 2020 = 100 apenas muda a escala numérica; não significa equilíbrio cambial nem uma nova fórmula em 2020.

    A expansão gradual dos índices amplos alcançou 64 economias até 2023.

  12. 2024 **EMBI+; revisão populacional para roubosTL;DR: O EMBI+ foi descontinuado. A população usada nas taxas de roubos foi revisada; o painel aplica a mesma revisão ao histórico.Fim de série

    Roubos · TL;DR: revisar o tamanho da população muda uma taxa por habitante, mesmo sem mudar a contagem de crimes.
    Impacto no cálculo: registros ÷ população × 100.000. Em 2024, o IBGE publicou novas projeções que incorporam o Censo 2022 e revisam também anos anteriores. Neste painel, todos os pontos de 2018–2025 são recalculados com essa mesma revisão populacional, evitando uma troca artificial de denominador no meio da linha. As contagens continuam sujeitas a revisões do FBSP; uma queda dos registros não prova uma queda de todos os crimes. Cálculo, cobertura e fontes →

    O que impactou no cálculo

    Risco-país: A descontinuação em meados de 2024 não é uma simples atualização de pesos para manter a mesma série. Outros índices de títulos ou CDS usam universos e métodos diferentes; não podem ser unidos automaticamente ao EMBI+.

    Limite neste gráfico: Os valores originais de 2024–2025 estão preservados, mas não certificados como continuação do EMBI+. Não interprete a variação final como evidência confirmada da mesma métrica até conferir sua procedência.

    O EMBI+ foi descontinuado em meados de 2024. Os valores de 2024–2025 deste arquivo exigem confirmação da fonte e não estão certificados como continuação da mesma métrica.

  13. 2025 *******Pesos PNAD e novas linhas de pobrezaTL;DR: A PNAD revisou pesos populacionais; o Banco Mundial atualizou PPA e linhas de pobreza.Pesos e referência

    PISA · TL;DR: A prova de ciências passou a usar blocos adaptativos.
    Impacto na medição: Mudaram o percurso do teste e a matriz de avaliação. A ligação entre ciclos mantém a interpretação das escalas; diferenças pequenas exigem atenção à incerteza. Os pontos de 2025 foram publicados em setembro de 2026. Explicação e fontes →

    O que impactou no cálculo

    PNAD · julho: As projeções baseadas no Censo 2022 mudaram os fatores de expansão da amostra. Pessoas entrevistadas passam a representar quantidades diferentes da população; por isso desemprego, rendas e Gini históricos podem mudar. O conceito de desocupação e a fórmula do Gini permanecem.

    Pobreza · junho: A referência de preços passou para PPA 2021 e as linhas internacionais de US$ 2,15/6,85 (PPA 2017) para US$ 3,00/8,30. Muda a classificação de quem fica abaixo da linha e o histórico foi revisto. Uma diferença entre publicações não é, por si só, mudança real da pobreza.

    Comparação: Todas as observações de pobreza aqui usam as linhas atuais. Compare estimativas da mesma versão e base de preços; renda real em reais também exige um deflator e ano de referência comuns.

    Renda domiciliar: reponderação da PNAD. Pobreza: novas linhas em PPA 2021 publicadas em junho de 2025, com revisão histórica.

    Renda domiciliar por pessoa · Pobreza · Extrema pobreza

    Novas projeções populacionais, incorporando o Censo 2022, foram usadas para reponderar a série histórica da PNAD Contínua.

Atenção a 2012: as pesquisas de trabalho e renda têm amostras e conceitos diferentes. A PNAD Contínua começou nesse ano; a PME continuou até 2016. IPCA encadeado e PIB retropolado preservam a comparação histórica de forma distinta. Nas linhas harmonizadas OIT/World Bank, consulte também a documentação da série.

Uma revisão dos pesos pode alterar valores passados sem mudar a definição do indicador. Os marcos abaixo documentam as fontes; não certificam que todos os pontos deste arquivo já incorporam a última revisão.

Entenda os indicadores

Abra cada indicador para ver o que ele mede, como interpretar o valor, quando o método mudou e o impacto na comparação histórica. Os exemplos são ilustrativos.

Inflação IPCAComo os preços da cesta de consumo variam% ao ano

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo mede a variação dos preços de uma cesta de produtos e serviços consumidos pelas famílias. É o índice oficial de inflação do Brasil e abrange famílias com renda de 1 a 40 salários mínimos nas áreas urbanas pesquisadas.

O IBGE compara preços e pondera os itens pela participação nas despesas das famílias, estimada pela Pesquisa de Orçamentos Familiares. Alimentação, transporte e moradia, por exemplo, têm pesos diferentes.

IPCA anual = [(índice de dezembro ÷ índice de dezembro do ano anterior) − 1] × 100

Exemplo: inflação de 5% transforma uma cesta de R$ 100 em uma de R$ 105. Uma queda da inflação de 5% para 3% significa que os preços continuam subindo, a um ritmo menor. Inflação negativa indica queda média de preços.

Como ler o gráfico: a linha mostra o acumulado de cada ano. Sua inflação pessoal pode diferir do IPCA porque sua cesta de compras é diferente da média.

IBGE: o que é inflação e como o IPCA é calculado.

Mudanças de método e comparabilidade

Histórico metodológico deste indicador
QuandoO que mudouImpacto na comparação
Jul./2006Pesos atualizados pela POF 2002–2003, substituindo a estrutura baseada na POF 1995–1996. IBGEAtualiza a importância de cada gasto das famílias; também houve aperfeiçoamentos específicos de métodos e conceitos.
Jan./2012Nova estrutura de pesos baseada na POF 2008–2009. IBGEO método geral foi mantido. Os resultados foram encadeados para permitir comparação histórica.
Jan./2020Nova cesta e ponderação baseada na POF 2017–2018. IBGERepresenta novos hábitos de consumo. A mudança de pesos preserva a concepção geral do índice; não equivale à troca de pesquisa do desemprego.
Desemprego · OIT/Banco MundialSérie harmonizada internacional · não é a linha direta do IBGE% da força de trabalho

Série efetivamente traçada: desemprego harmonizado OIT/Banco Mundial. A explicação do IBGE abaixo é conceitual; não torna a linha internacional uma série direta da PNAD Contínua. As novas taxas de participação, ocupação, subutilização e informalidade vêm do IBGE e têm outra cobertura e agregação.

Na PNAD Contínua do IBGE, uma pessoa desocupada tem 14 anos ou mais, está sem trabalho, está disponível para trabalhar e procura uma ocupação. A taxa considera a força de trabalho: pessoas ocupadas e desocupadas.

Taxa de desocupação = desocupados ÷ (ocupados + desocupados) × 100

Exemplo ilustrativo: 94 pessoas ocupadas e 6 desocupadas formam uma força de trabalho de 100 pessoas. A taxa é 6%.

Ocupados

Incluem empregados, autônomos e empreendedores, inclusive quem trabalha na informalidade.

Fora da força de trabalho

Quem se dedica apenas aos estudos ou aos cuidados da casa e não procura trabalho fica fora do cálculo.

Desalentados

Querem trabalhar e estão disponíveis, mas desistiram de procurar por dificuldades no mercado. Ficam fora da taxa de desemprego; o desalento é medido separadamente.

Receber Bolsa Família, BPC ou seguro-desemprego não determina a classificação: ela depende da situação de trabalho e de procura por ocupação.

Leia a explicação completa do IBGE sobre desemprego.

Procura por trabalho: a pesquisa considera a busca efetiva nos 30 dias anteriores e a disponibilidade na semana de referência. Também contempla quem já conseguiu trabalho com início previsto em menos de quatro meses após essa semana. Definição técnica do IBGE.

Sobre este gráfico: a definição acima descreve a PNAD Contínua. A linha histórica de desemprego de 2002–2025 usa uma série harmonizada OIT/World Bank; a PNAD Contínua nacional começa em 2012.

Mudanças de método e comparabilidade

Histórico metodológico deste indicador
QuandoO que mudouImpacto na comparação
Jan./2012Implantação nacional definitiva da PNAD Contínua, com amostra e metodologia próprias. IBGEComparabilidade exige cuidado: a PME cobria seis regiões metropolitanas. Suas taxas não formam, por simples junção, uma série nacional homogênea com a PNAD Contínua.
Mar./2016Encerramento da PME, com divulgação final referente a fevereiro de 2016. IBGEAs pesquisas coexistiram entre 2012 e 2016. Portanto, 2012 marca o início da nova pesquisa; o fim da PME ocorreu depois.
2020Suspensão da coleta presencial em março e adoção de entrevistas por telefone durante a pandemia. IBGE: coleta em 2020Mudança operacional e queda de resposta, com efeitos na representatividade da amostra. Isso ajuda a explicar a revisão dos pesos em 2021.
Nov./2021Novo método de calibração dos fatores de expansão. IBGE: notas de 2021Recalcula estimativas e a série histórica. É uma revisão dos pesos da amostra, diferente da mudança de pesquisa em 2012.
31/07/2025Reponderação com projeções populacionais de 2024 que incorporam o Censo 2022. IBGE: reponderação de 2025Atualiza os resultados históricos dos trimestres móveis; publicações de versões anteriores podem apresentar outros valores.
Déficit fiscal · suspensoA diferença entre despesas e receitas públicas% do PIB

Há déficit quando as despesas públicas superam as receitas em um período. Expressá-lo como parcela do PIB permite comparar esse desequilíbrio com o tamanho da economia.

Déficit (% do PIB) = (despesas − receitas) ÷ PIB × 100

Exemplo: despesas de R$ 110 bilhões e receitas de R$ 100 bilhões geram déficit de R$ 10 bilhões. Com PIB de R$ 1 trilhão, isso corresponde a 1% do PIB.

Resultado primário

Exclui os juros da dívida. Ajuda a avaliar o saldo das receitas e despesas não financeiras.

Resultado nominal

Inclui os juros. Um superávit primário pode coexistir com déficit nominal se os juros forem maiores.

Déficit e dívida

O déficit é um fluxo durante o período. A dívida é um estoque em uma data e também depende de outros ajustes.

Não está no gráfico nem na exportação: valores suspensos até identificar código, conceito fiscal, abrangência, sinal e agregação. O histórico original permanece no backup.

Arquivo anterior: os déficits apareciam como valores positivos: uma linha mais alta representa maior déficit em relação ao PIB. Governo central, governo geral e setor público consolidado têm abrangências diferentes; a comparação exige o mesmo conceito. As fontes originais indicam FMI/FRED sem detalhar a série fiscal específica.

Banco Central: conceitos das estatísticas fiscais · FMI: receitas, despesas e saldo fiscal.

Mudanças de método e comparabilidade

Histórico metodológico deste indicador
QuandoO que mudouImpacto na comparação
Sem uma data únicaAs séries podem usar resultado primário ou nominal e abranger governo central, governo geral ou setor público consolidado. Banco CentralA mesma definição precisa ser mantida ao longo do tempo; mudanças de juros, abrangência ou método não são intercambiáveis.
Revisões periódicasO percentual também pode mudar quando o PIB usado no denominador é revisto. IBGE: retropolaçãoO arquivo original não identifica o código da série FMI/FRED. Assim, não é possível atribuir com segurança uma data de mudança específica à linha fiscal exibida.
Crescimento do PIBA variação do volume produzido pela economia% ao ano

O Produto Interno Bruto mede o valor dos bens e serviços finais produzidos no país durante um período. Contar apenas os produtos finais evita somar duas vezes insumos já incorporados ao produto.

A linha mostra o crescimento real anual: a variação do volume da produção, descontando o efeito das mudanças de preços. Uma alta do PIB em reais correntes pode refletir tanto mais produção quanto preços maiores.

Crescimento real = [(volume do PIB no ano ÷ volume no ano anterior) − 1] × 100

Exemplo: se um índice de volume passa de 100 para 103, a economia cresceu 3%. Uma taxa de −3% indica que produziu menos que no ano anterior.

Como interpretar: o PIB é a produção de um período. O crescimento agregado não informa como a renda foi distribuída nem garante que a renda de cada pessoa aumentou. PIB por habitante, desigualdade e qualidade de vida respondem a outras perguntas.

IBGE: o que é o PIB · IBGE: Contas Nacionais e crescimento em volume.

Mudanças de método e comparabilidade

Histórico metodológico deste indicador
QuandoO que mudouImpacto na comparação
Mar./2007Nova série das Contas Nacionais com referência 2000. IBGE: histórico das Contas NacionaisAtualização das fontes e da metodologia; valores históricos publicados em versões antigas podem diferir.
Mar./2015Nova referência 2010, SNA 2008, CNAE 2.0, novas fontes e ajustes de conceitos e algoritmos. IBGE: histórico das Contas NacionaisRevisão estrutural. Os resultados anteriores foram ajustados por retropolação, preservando uma série comparável.
Após a revisãoA série de referência 2010 incorpora resultados anteriores e cobre agregados desde 1995. IBGE: retropolaçãoAo usar uma única versão da série retropolada, não é preciso tratar 2015 como uma interrupção da produção econômica. Misturar versões antigas e novas compromete a comparação.
Desigualdade GiniO grau de concentração da rendaÍndice 0–100

O índice de Gini mede quanto a distribuição da renda se afasta de uma distribuição perfeitamente igual. O cálculo usa a curva de Lorenz, que relaciona a parcela acumulada da população, da menor para a maior renda, à parcela acumulada da renda recebida.

0: igualdade total

Todas as pessoas recebem a mesma renda.

100: desigualdade máxima

Toda a renda fica concentrada em uma única pessoa.

Quanto menor, mais igual

Uma queda do índice indica uma distribuição de renda menos concentrada.

Exemplo: passar de 54 para 51 indica menor desigualdade. O coeficiente também pode ser publicado na escala de 0 a 1: 0,54 equivale a 54 na escala deste gráfico.

Como interpretar: Gini 54 é um índice, não uma parcela de 54% da população ou da renda. Ele descreve a distribuição; a renda média informa o nível de renda. Compare medidas com o mesmo conceito de renda, população e pesquisa. O gráfico usa a série World Bank/FRED e tem uma lacuna em 2010.

Banco Mundial: definição e metodologia do Gini.

Mudanças de método e comparabilidade

Histórico metodológico deste indicador
QuandoO que mudouImpacto na comparação
2012–2015PNAD Contínua iniciada em 2012; a PNAD anual antiga teve sua última edição em 2015. IBGEMudam pesquisa, amostra e captação dos rendimentos. 2012 é um marco das fontes oficiais; não comprova que a série World Bank/FRED deste gráfico tenha uma troca direta nesse ano.
Jul./2019Tratamento de valores extremos e correção de rendimentos na PNAD Contínua. IBGE: revisão dos rendimentosA revisão dos dados de renda pode afetar medidas de desigualdade calculadas com esses dados.
Nov./2021Nova calibração da PNAD Contínua. IBGE: notas de 2021Estimativas de distribuição da renda baseadas na pesquisa também podem ser revistas.
2025Novos pesos baseados nas projeções que incorporam o Censo 2022; atualização nas divulgações temáticas anuais. IBGE: reponderação de 2025Ginis publicados em versões anteriores da PNAD Contínua podem mudar. Isso não significa que o conceito matemático do Gini foi alterado.
Renda habitual de todos os trabalhosOcupados de 14+ com rendimento · preços de 2025R$ por mês

A renda média real representa o rendimento médio mensal corrigido pela inflação para permitir comparações de poder de compra. Na PNAD Contínua, as medidas de rendimento do trabalho consideram pessoas ocupadas com rendimento e podem abranger o trabalho principal ou todos os trabalhos.

A média é ponderada para representar a população pesquisada. O rendimento habitual descreve o valor normalmente recebido; o efetivo descreve o valor recebido no mês de referência.

Renda real em preços da base = renda nominal × (índice de preços da base ÷ índice de preços do período)

Exemplo: se a renda nominal sobe 5% e os preços também sobem 5%, o poder de compra fica igual. Se a renda sobe menos que os preços, a renda real cai.

Como interpretar: a média pode aumentar mesmo sem aumento para todos, por mudanças na composição dos trabalhadores ou na distribuição da renda. A mediana descreve a pessoa no meio da distribuição. A série foi substituída por uma extração identificada: SIDRA 7542, variável 10774, total (49325), média real habitual de todos os trabalhos de ocupados de 14 anos ou mais com rendimento, a preços médios de 2025. A linha começa em 2012, junto da PNAD Contínua.

IBGE/SIDRA: rendimento médio mensal real e nominal do trabalho.

Mudanças de método e comparabilidade

Histórico metodológico deste indicador
QuandoO que mudouImpacto na comparação
2012Início da série nacional da PNAD Contínua. IBGEO gráfico deixa os anos anteriores vazios para evitar uma junção artificial com medidas de outra pesquisa.
29/07/2019Revisão dos rendimentos: tratamento de outliers na série 2012–2019 e de valores repetidos na base de 2014. IBGE: revisão dos rendimentosAtualiza médias e microdados históricos; compare publicações que usem a mesma versão revisada.
2020Coleta presencial suspensa e entrevistas por telefone durante a pandemia. IBGE: coleta em 2020Alteração operacional com perda de resposta; exige atenção à representatividade, especialmente na leitura do período pandêmico.
Nov./2021Alteração da calibração dos fatores de expansão. IBGE: notas de 2021Pesos revistos podem alterar a renda média estimada, inclusive em anos anteriores.
2025Reponderação com projeções que incorporam o Censo 2022. IBGE: reponderação de 2025Revisa a série histórica. Além da versão dos pesos, mantenha o mesmo conceito de renda e a mesma base de preços.
Risco-país EMBI+O prêmio de juros dos títulos soberanosPontos-base

O EMBI+, da J.P. Morgan, é usado como indicador de risco-país. O spread soberano compara o rendimento de uma cesta de títulos de dívida externa do país com o de títulos de referência do Tesouro dos Estados Unidos.

O valor representa o prêmio adicional exigido pelo mercado para carregar esses títulos. É influenciado pela percepção de risco, pela liquidez e pelas condições financeiras internacionais.

100 pontos-base = 1 ponto percentual de juros

Exemplo: 300 pontos-base correspondem a um prêmio de 3 pontos percentuais. Em uma comparação simplificada, uma referência de 4% e um spread de 300 pontos-base implicariam rendimento de aproximadamente 7%.

Como interpretar: uma alta indica maior prêmio exigido pelo mercado. O valor não é uma probabilidade de calote, uma nota de agência de classificação ou a taxa Selic. EMBI+, EMBI Global e CDS têm metodologias diferentes; ao comparar períodos, confirme o indicador e se o valor é média anual ou de fim de ano. Aqui a escala própria está em pontos-base.

Banco Central: definição do EMBI+ e do spread soberano.

Mudanças de método e comparabilidade

Histórico metodológico deste indicador
QuandoO que mudouImpacto na comparação
Meados de 2024Descontinuação da série EMBI+, registrada em documentação da ARSP. ARSP: nota sobre o fim do EMBI+Continuidade exige confirmação: séries posteriores podem usar EMBI Global/EMBIG ou outro indicador, com composição e metodologia diferentes.
2024–2025 suprimidos do gráficoO arquivo fornecido contém valores sob o rótulo EMBI+, sem identificar a fonte exata ou eventual substituição.Esses pontos foram removidos por não estarem confirmados como continuação homogênea do EMBI+. O legado 2002–2023 também exige confirmar a série exata e a agregação e fica fora dos temas padrão. EMBI Global e CDS soberano precisam ser identificados como outras métricas; a troca não deve ser silenciosa.
Câmbio real efetivo · BISO real frente a uma cesta de moedas, ajustado pela inflação relativa2020 = 100

Câmbio real efetivo do Brasil · cesta ampla BIS

Como interpretar

A linha ciano no gráfico principal combina moedas de parceiros comerciais e inflação relativa · índice 2020 = 100 · média anual de 12 meses.

2002 · média anual92,30índice 2020 = 100
2025 · média anual108,91índice 2020 = 100
Variação entre as médias+18,00%2002 → 2025 · apreciação real frente à cesta

Fonte: Bank for International Settlements (BIS) · M.R.B.BR. 288 observações mensais, agregadas nesta página em 24 médias anuais. Extração: 05/10/2026. Baixar a série anual (CSV).

O REER combina taxas bilaterais ponderadas pelo comércio de manufaturados e as ajusta pelos preços ao consumidor de cada economia. Considera comércio direto e concorrência em terceiros mercados. Método BIS.

REER = índice cambial nominal ponderado × ajuste de preços relativos · normalizado para 2020 = 100

Como ler: alta significa apreciação real frente à cesta; queda, depreciação real. Inflação brasileira mais alta que a dos parceiros pode elevar o índice mesmo sem valorização nominal.

Exemplo ilustrativo: 110 indica apreciação real de 10% em relação à base de 2020. Não equivale a uma cotação de R$ 110 nem comprova que a moeda esteja sobrevalorizada.

O índice informa sobre preços relativos internacionais; não mede renda ou poder de compra individual. Sua ponderação por manufaturados não resume toda a competitividade, inclusive serviços e cadeias de produção. Limitações metodológicas.

Esta página usa a série mensal M.R.B.BR e calcula a média aritmética dos 12 meses de cada ano. Os dados já incorporam o ajuste de inflação do BIS. Série oficial · Documentação atual.

Mudanças de método e comparabilidade

Histórico do câmbio real efetivo BIS
QuandoO que mudouImpacto na comparação
Mar./2006Novos índices amplos publicados com 52 economias e pesos comerciais variáveis no tempo. BIS.Histórico amplo disponível desde 1994; 2006 é a publicação do método, não o início dos dados.
Abr./2019A moeda venezuelana foi excluída da cesta ampla. BIS.Mudança de composição: usa-se a série atual inteira, sem combinar vintages.
Até 2023A cobertura foi ampliada gradualmente de 52 para 64 economias. BIS.2023 marca a cobertura alcançada, não uma troca simultânea de todas as moedas.
Pesos trienaisPesos baseados em janelas de três anos, com encadeamento. BIS.Os parceiros mudam de importância; o método admite revisões históricas.
Base 2020 = 1002020 é a referência de escala. BIS.100 é referência; não é um valor de equilíbrio estimado.
Ver dados anuais e meses observados
BIS · REER · cesta ampla · média anual
AnoÍndice 2020 = 100Meses observados
200292,3012
200389,6312
200493,5612
2005115,2312
2006128,9112
2007139,4312
2008146,5312
2009146,6512
2010166,7912
2011174,6512
2012158,0112
2013150,5112
2014148,9612
2015124,5112
2016132,2412
2017144,1712
2018128,8412
2019126,2512
2020100,0012
202196,5912
2022109,7812
2023116,3112
2024111,8112
2025108,9112

Extraído em 05/10/2026; média anual calculada nesta página. Exibição arredondada a duas casas. Texto em português preparado para esta página; não é uma tradução oficial do BIS.

PobrezaPopulação abaixo de US$ 8,30 por dia · PPA 2021%

Percentual de pessoas com renda ou consumo abaixo da linha internacional de US$ 8,30 por pessoa por dia, em paridade de poder de compra de 2021. A PPA ajusta diferenças de preços entre países; não é uma conversão pela cotação do dólar. Uma queda significa menor incidência de pobreza segundo esta linha.

Dados no gráfico: 2002–2024. Último valor: 20,6 % (2024).

Método e comparabilidade histórica

Em junho de 2025, o Banco Mundial substituiu US$ 6,85 (PPA 2017) por US$ 8,30 (PPA 2021) e revisou os valores históricos. Toda a série aqui usa a mesma definição atual; não se unem publicações antigas e novas. A série harmonizada usa pesquisas domiciliares brasileiras e requer cuidado com a transição PNAD/PNAD Contínua. Sem valor em 2010 e 2025.

Fonte: Banco Mundial · WDI/PIP

Extrema pobrezaPopulação abaixo de US$ 3,00 por dia · PPA 2021%

Percentual de pessoas abaixo da linha internacional de US$ 3,00 por pessoa por dia, em PPA de 2021. É um subconjunto da população abaixo de US$ 8,30; as duas taxas não devem ser somadas. Não é um indicador de insegurança alimentar ou de toda a privação material.

Dados no gráfico: 2002–2024. Último valor: 3 % (2024).

Método e comparabilidade histórica

Em junho de 2025, a linha internacional passou de US$ 2,15 em PPA 2017 para US$ 3,00 em PPA 2021. Os anos históricos apresentados já seguem a definição atual. Há uma lacuna em 2010; não há observação de 2025 nesta extração.

Fonte: Banco Mundial · WDI/PIP

Renda domiciliar por pessoaRenda mensal por morador · preços médios de 2025R$ de 2025 / mês

Média do rendimento domiciliar per capita: rendimentos do domicílio divididos pelos moradores considerados na pesquisa, incluindo rendimentos de trabalho e de outras fontes. Todos os anos estão a preços médios de 2025. É uma média, não a mediana nem a renda individual de cada brasileiro. Complementa o indicador de renda do trabalho.

Dados no gráfico: 2012–2025. Último valor: 2264,0 R$ de 2025 / mês (2025).

Método e comparabilidade histórica

PNAD Contínua anual, Brasil, total da população: SIDRA 7534, variável 10816, classificação 1042, categoria Total (49283). A série começa em 2012. Calibrações e reponderações em 2021 e 2025 podem revisar o histórico; a base de preços avança quando o último ano é atualizado. O gráfico não cola a antiga PNAD a esta série.

Fonte: IBGE · PNAD Contínua/SIDRA

Expectativa de vidaEsperança de vida ao nascer · ambos os sexosanos

Número de anos que uma pessoa recém-nascida viveria se os padrões de mortalidade do período permanecessem ao longo de sua vida. É uma medida de período, não a idade média dos óbitos nem uma previsão individual. A série permite ver perdas de longevidade durante a pandemia.

Dados no gráfico: 2002–2024. Último valor: 76,02 anos (2024).

Método e comparabilidade histórica

Série internacional harmonizada do Banco Mundial, com fontes demográficas das Nações Unidas e fontes nacionais. Não é identificada como a série exclusiva das tábuas do IBGE. Novas revisões demográficas podem recalcular anos anteriores; usa-se uma única versão da série, sem misturar vintages. Último ano nesta extração: 2024.

Fonte: Banco Mundial · fontes ONU/nacionais

Homicídios intencionaisViolência letal · taxa por 100 mil habitantespor 100 mil habitantes

Mortes ilícitas infligidas com intenção de matar ou causar lesão grave, por 100 mil habitantes. Ajustar pela população permite comparar anos com tamanhos populacionais diferentes. Uma queda representa menor violência letal registrada nesta definição; não mede todos os crimes ou a sensação de segurança.

Dados no gráfico: 2002–2023. Último valor: 19,28 por 100 mil habitantes (2023).

Método e comparabilidade histórica

Série UNODC publicada no WDI do Banco Mundial. A definição e os registros não são automaticamente equivalentes à taxa do Atlas da Violência/SIM; não se unem as duas fontes. Mudanças de cobertura, classificação de mortes e denominador populacional podem afetar comparações. Sem dados de 2024 e 2025 nesta extração.

Fonte: UNODC · via Banco Mundial

Ideb · anos iniciaisAnos iniciais do ensino fundamental · redes pública e privadaíndice 0–10

O Ideb combina desempenho dos estudantes em português e matemática no Saeb com as taxas de aprovação do Censo Escolar. Esta linha mostra anos iniciais do ensino fundamental, total do Brasil, incluindo redes pública e privada. A escala vai de 0 a 10; uma alta significa avanço no indicador composto. Não mede todas as dimensões da qualidade educacional.

Dados no gráfico: 2005–2025. Último valor: 6,3 índice 0–10 (2025).

Método e comparabilidade histórica

Criado em 2007, com resultados retrospectivos desde 2005. Divulgação bienal: apenas anos com observação têm pontos; os traços entre eles são guias de leitura, não valores calculados para os anos intermediários. Em 2021, pandemia, participação nas avaliações e políticas de aprovação exigem cuidado na comparação. As três etapas são mantidas separadas. Dados 2005–2023: quadro-resumo oficial do Inep; 2025: divulgação oficial de agosto de 2026.

Fonte: Inep · Saeb/Censo Escolar · Histórico 2005–2023 · Resultados de 2025

Ideb · anos finaisAnos finais do ensino fundamental · redes pública e privadaíndice 0–10

O Ideb combina desempenho dos estudantes em português e matemática no Saeb com as taxas de aprovação do Censo Escolar. Esta linha mostra anos finais do ensino fundamental, total do Brasil, incluindo redes pública e privada. A escala vai de 0 a 10; uma alta significa avanço no indicador composto. Não mede todas as dimensões da qualidade educacional.

Dados no gráfico: 2005–2025. Último valor: 5,3 índice 0–10 (2025).

Método e comparabilidade histórica

Criado em 2007, com resultados retrospectivos desde 2005. Divulgação bienal: apenas anos com observação têm pontos; os traços entre eles são guias de leitura, não valores calculados para os anos intermediários. Em 2021, pandemia, participação nas avaliações e políticas de aprovação exigem cuidado na comparação. As três etapas são mantidas separadas. Dados 2005–2023: quadro-resumo oficial do Inep; 2025: divulgação oficial de agosto de 2026.

Fonte: Inep · Saeb/Censo Escolar · Histórico 2005–2023 · Resultados de 2025

Ideb · ensino médioEnsino médio · redes pública e privadaíndice 0–10

O Ideb combina desempenho dos estudantes em português e matemática no Saeb com as taxas de aprovação do Censo Escolar. Esta linha mostra ensino médio, total do Brasil, incluindo redes pública e privada. A escala vai de 0 a 10; uma alta significa avanço no indicador composto. Não mede todas as dimensões da qualidade educacional.

Dados no gráfico: 2005–2025. Último valor: 4,5 índice 0–10 (2025).

Método e comparabilidade histórica

Criado em 2007, com resultados retrospectivos desde 2005. Divulgação bienal: apenas anos com observação têm pontos; os traços entre eles são guias de leitura, não valores calculados para os anos intermediários. Em 2021, pandemia, participação nas avaliações e políticas de aprovação exigem cuidado na comparação. As três etapas são mantidas separadas. Dados 2005–2023: quadro-resumo oficial do Inep; 2025: divulgação oficial de agosto de 2026.

Fonte: Inep · Saeb/Censo Escolar · Histórico 2005–2023 · Resultados de 2025

Segurança: o que esses registros contamTL;DR, cálculo e limites de cobertura dos registros

TL;DR: homicídios mostram violência letal; roubos totais mostram assaltos registrados em diferentes modalidades. Essas duas linhas complementam a leitura da segurança, mas não formam um índice de toda a criminalidade.

Por que ter cuidado: registros dependem do crime, da denúncia, da classificação e da cobertura dos sistemas. Menos boletins pode significar menos ocorrências ou menos notificações. Roubos podem cair enquanto furtos ou golpes crescem.

Cálculo: a única série extra é o total de roubos do FBSP, dividido pela população anual do IBGE e multiplicado por 100.000. Todas as taxas de roubos usam a mesma revisão populacional de 2024. Homicídios mantêm a série UNODC e sua própria metodologia; não somamos as duas taxas.

Uma medida mais próxima da experiência das pessoas: pesquisas de vitimização perguntam diretamente à população sobre crimes sofridos, inclusive os não denunciados. O IBGE publicou um módulo de furtos e roubos da PNAD Contínua em 2021. Ele ajuda a entender a subnotificação, mas não oferece uma sequência anual comparável para substituir esta linha de 2018–2025.

IBGE · vitimização por furtos e roubos, 2021 · Definição, cálculo e fontes dos roubos

Roubos totaisTodos os roubos registrados · taxa por 100 mil habitantesPor 100 mil

TL;DR: uma visão mais ampla dos assaltos registrados, além de veículos, ajustada pelo tamanho da população. Uma queda não significa que todos os crimes diminuíram.

Ocorrências de roubo registradas no Brasil, por 100 mil habitantes. Abrange o total de roubos informado pelos estados, dentro do art. 157 do Código Penal, incluindo roubos a pessoas, residências, comércio, veículos e outras modalidades. Roubo envolve violência ou grave ameaça; furto, sem violência ou ameaça, e estelionato são categorias diferentes e não entram nesta linha. É uma medida ampla de roubos registrados, não de toda a criminalidade.

O que entra e o que fica de fora

Inclui o total de roubos informado pelos estados, não apenas um objeto ou local específico. Não inclui furtos, golpes digitais, outros estelionatos nem crimes contra a pessoa sem roubo. A subnotificação impede interpretar a taxa como a probabilidade real de ser vítima.

Cálculo e comparabilidade

Recorte 2018–2025. Contagens de 2018–2023: Anuário FBSP 2025, gráfico 36, página 107. Contagens de 2024–2025: Anuário FBSP 2026, tabela 15, página 102, com 2024 revisado. A taxa é calculada neste painel como registros ÷ população do respectivo ano × 100.000, usando a revisão 2024 das Projeções da População do IBGE para todos os anos, Brasil, ambos os sexos e todas as idades. Assim, não se misturam denominadores de edições antigas; taxas podem diferir das impressas nos anuários. Valores são arredondados a duas casas. Contagens históricas podem ser revistas entre edições; registros dependem de denúncia, classificação e cobertura. O total publicado é usado diretamente: não somamos modalidades, pois elas podem sobrepor ocorrências. Anos anteriores a 2018 ficam sem ponto; não há extrapolação.

Limites dos registros e pesquisas de vitimização · Revisão populacional e seu impacto na taxa

FBSP 2025 · histórico 2018–2023 · FBSP 2026 · total de roubos 2024–2025 · IBGE · população, revisão 2024

PISA: leitura internacional da aprendizagemTL;DR, interpretação e mudanças no método da avaliação

TL;DR: avalia competências de estudantes na faixa dos 15 anos; complementa o Ideb, que combina aprendizagem e aprovação. O PISA não é uma nota de 0 a 10 nem a porcentagem de acertos.

Como ler: são médias estimadas para a população escolar elegível, em escalas internacionais. A amostra, os itens e a incerteza importam. Pequenas diferenças entre edições não demonstram automaticamente melhora ou piora; os traços entre pontos não são medições anuais.

Mudanças: computador em 2015; aplicação adaptativa por blocos em leitura em 2018, matemática em 2022 e ciências em 2025. O teste encaminha blocos conforme o desempenho e melhora a precisão, especialmente nos extremos. Itens comuns entre ciclos ajudam a manter a ligação das escalas; compare resultados oficiais com suas ressalvas.

Inep: população avaliada, desenho e comparabilidade · Tabela histórica oficial 2000–2025

PISA · matemática2003–2025pontos de proficiência

Média de proficiência do Brasil em matemática no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA), coordenado pela OCDE. Mede competências de estudantes na faixa dos 15 anos, matriculados a partir do 7º ano; não abrange todos os jovens nem é o Ideb. Maior pontuação representa maior desempenho nesta escala. As três áreas ficam separadas.

Cobertura: 2003–2025. Último valor: 376.77 pontos de proficiência (2025).

Fonte única para os pontos: apresentação Inep/OCDE PISA 2025, página 3, publicada em setembro de 2026. Só há pontos nas edições avaliadas; linhas tracejadas são guias, sem estimar anos intermediários. Recorte histórico usado pela fonte: matemática desde 2003 e ciências desde 2006. A mudança para computador em 2015 e testes adaptativos em leitura (2018), matemática (2022) e ciências (2025) têm notas na linha do tempo. Diferenças pequenas podem estar dentro da incerteza estatística; as linhas não mostram intervalos de confiança. Barras mostram IC pontual aproximado de 95% (média ± 1,96 × erro-padrão). A comparação entre ciclos exige o erro da diferença, incluindo ligação entre escalas; sobreposição de barras não é um teste. Nas tabelas da OCDE, nenhuma diferença brasileira de 2022 para 2025 é significativa a 5% nos três domínios.

OCDE · PISA, apresentação Inep 2025 · Extração 05/10/2026.

PISA · leitura2003–2025pontos de proficiência

Média de proficiência do Brasil em leitura no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA), coordenado pela OCDE. Mede competências de estudantes na faixa dos 15 anos, matriculados a partir do 7º ano; não abrange todos os jovens nem é o Ideb. Maior pontuação representa maior desempenho nesta escala. As três áreas ficam separadas.

Cobertura: 2003–2025. Último valor: 408.01 pontos de proficiência (2025).

Fonte única para os pontos: apresentação Inep/OCDE PISA 2025, página 3, publicada em setembro de 2026. Só há pontos nas edições avaliadas; linhas tracejadas são guias, sem estimar anos intermediários. Recorte histórico usado pela fonte: matemática desde 2003 e ciências desde 2006. A mudança para computador em 2015 e testes adaptativos em leitura (2018), matemática (2022) e ciências (2025) têm notas na linha do tempo. Diferenças pequenas podem estar dentro da incerteza estatística; as linhas não mostram intervalos de confiança. Barras mostram IC pontual aproximado de 95% (média ± 1,96 × erro-padrão). A comparação entre ciclos exige o erro da diferença, incluindo ligação entre escalas; sobreposição de barras não é um teste. Nas tabelas da OCDE, nenhuma diferença brasileira de 2022 para 2025 é significativa a 5% nos três domínios.

OCDE · PISA, apresentação Inep 2025 · Extração 05/10/2026.

PISA · ciências2006–2025pontos de proficiência

Média de proficiência do Brasil em ciências no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA), coordenado pela OCDE. Mede competências de estudantes na faixa dos 15 anos, matriculados a partir do 7º ano; não abrange todos os jovens nem é o Ideb. Maior pontuação representa maior desempenho nesta escala. As três áreas ficam separadas.

Cobertura: 2006–2025. Último valor: 408.54 pontos de proficiência (2025).

Fonte única para os pontos: apresentação Inep/OCDE PISA 2025, página 3, publicada em setembro de 2026. Só há pontos nas edições avaliadas; linhas tracejadas são guias, sem estimar anos intermediários. Recorte histórico usado pela fonte: matemática desde 2003 e ciências desde 2006. A mudança para computador em 2015 e testes adaptativos em leitura (2018), matemática (2022) e ciências (2025) têm notas na linha do tempo. Diferenças pequenas podem estar dentro da incerteza estatística; as linhas não mostram intervalos de confiança. Barras mostram IC pontual aproximado de 95% (média ± 1,96 × erro-padrão). A comparação entre ciclos exige o erro da diferença, incluindo ligação entre escalas; sobreposição de barras não é um teste. Nas tabelas da OCDE, nenhuma diferença brasileira de 2022 para 2025 é significativa a 5% nos três domínios.

OCDE · PISA, apresentação Inep 2025 · Extração 05/10/2026.

Fontes: IBGE (IPCA, PNAD Contínua, PIB), resultado fiscal suspenso, World Bank/FRED (Gini), séries históricas de risco-país EMBI+ Brasil; Bank for International Settlements (BIS), câmbio real efetivo · M.R.B.BR. Indicadores sociais: IBGE/PNAD Contínua, Inep, Banco Mundial/WDI, UNODC e ONU. Texto em português: tradução não oficial do BIS e das definições internacionais.

Indicadores complementares

Participação na força de trabalho2012–2025%

Força de trabalho ÷ população de 14 anos ou mais. Mede a entrada e permanência no mercado; uma queda pode reduzir o desemprego sem criar ocupações.

Cobertura: 2012–2025. Último valor: 62.23 % (2025).

Média aritmética dos quatro trimestres não sobrepostos de cada ano, calculada neste painel; não é a estimativa anual oficial ponderada. Só anos com quatro observações. População de 14 anos ou mais. Revisões da PNAD Contínua podem recalcular o histórico. Tabela 6461, variável 4096, Brasil.

IBGE · PNAD Contínua / SIDRA · Extração 05/10/2026.

Nível de ocupação2012–2025%

Pessoas ocupadas ÷ população de 14 anos ou mais. Inclui ocupação informal; não equivale a emprego com proteção social.

Cobertura: 2012–2025. Último valor: 58.55 % (2025).

Média aritmética dos quatro trimestres não sobrepostos de cada ano, calculada neste painel; não é a estimativa anual oficial ponderada. Só anos com quatro observações. População de 14 anos ou mais. Revisões da PNAD Contínua podem recalcular o histórico. Tabela 6466, variável 4097, Brasil.

IBGE · PNAD Contínua / SIDRA · Extração 05/10/2026.

Subutilização do trabalho2012–2025%

Desocupados, subocupados por insuficiência de horas e força de trabalho potencial ÷ força de trabalho ampliada. Inclui o desalento, sem confundi-lo com toda a subutilização.

Cobertura: 2012–2025. Último valor: 14.40 % (2025).

Média aritmética dos quatro trimestres não sobrepostos de cada ano, calculada neste painel; não é a estimativa anual oficial ponderada. Só anos com quatro observações. População de 14 anos ou mais. Revisões da PNAD Contínua podem recalcular o histórico. Tabela 6485, variável 4118, Brasil.

IBGE · PNAD Contínua / SIDRA · Extração 05/10/2026.

Informalidade2016–2025%

Trabalhadores informais ÷ população ocupada. Inclui empregados e domésticos sem carteira, conta própria e empregadores sem CNPJ e trabalhadores familiares auxiliares.

Cobertura: 2016–2025. Último valor: 37.80 % (2025).

Média aritmética dos quatro trimestres não sobrepostos de cada ano, calculada neste painel; não é a estimativa anual oficial ponderada. Só anos com quatro observações. População de 14 anos ou mais. Revisões da PNAD Contínua podem recalcular o histórico. Tabela 8529, variável 12466, Brasil.

IBGE · PNAD Contínua / SIDRA · Extração 05/10/2026.

Renda domiciliar mediana2012–2025R$ de 2025 / mês

Mediana da renda domiciliar por pessoa: limite do percentil 50. Metade da população está abaixo desse valor; não é a renda mediana do trabalho.

Cobertura: 2012–2025. Último valor: 1490.00 R$ de 2025 / mês (2025).

Brasil, preços médios de 2025. SIDRA 7526, variável 10838; categoria P50 (49264). Série única da PNAD Contínua desde 2012, sem emenda com a antiga PNAD.

IBGE · PNAD Contínua / SIDRA · Extração 05/10/2026.

Renda dos 40% mais pobres2012–2025R$ de 2025 / mês

Média da renda domiciliar por pessoa dos 40% com menores rendimentos. O grupo é redefinido a cada ano; não acompanha as mesmas pessoas.

Cobertura: 2012–2025. Último valor: 663.00 R$ de 2025 / mês (2025).

Brasil, preços médios de 2025. SIDRA 7534, variável 10816; categoria Até P40 (49275). Série única da PNAD Contínua desde 2012, sem emenda com a antiga PNAD.

IBGE · PNAD Contínua / SIDRA · Extração 05/10/2026.

Insegurança alimentar2023–2024% dos domicílios

Domicílios com algum grau de insegurança alimentar pela EBIA. Inclui os graus leve, moderado e grave; não equivale a fome ou apenas ao grau grave.

Cobertura: 2023–2024. Último valor: 24.20 % dos domicílios (2024).

SIDRA 9552, variável 9784, total de domicílios, categoria 109099. Série PNAD Contínua 2023–2024; não se cola à POF ou à antiga PNAD. Denominador: domicílios, não pessoas.

IBGE · PNAD Contínua / SIDRA · Extração 05/10/2026.

Adequação escolar · 15–17 anos2016–2025% dos jovens

Taxa ajustada de frequência escolar líquida: jovens de 15 a 17 anos que frequentam o ensino médio ou já o concluíram. Seu complemento não é a taxa de jovens fora da escola.

Cobertura: 2016–2025. Último valor: 80.60 % dos jovens (2025).

SIDRA 7141, variável 10282, sexo total, grupo 47818. Sem resultados de 2020–2021 nesta série.

IBGE · PNAD Contínua / SIDRA · Extração 05/10/2026.

Adultos com ensino médio completo2016–2025% das pessoas de 25+

Pessoas de 25 anos ou mais que concluíram pelo menos o ensino médio. É o estoque de escolaridade dos adultos; não é taxa de conclusão de uma coorte.

Cobertura: 2016–2025. Último valor: 57.40 % das pessoas de 25+ (2025).

SIDRA 7189, variável 10270. Soma das categorias médio completo, superior incompleto e superior completo, sexo total. Sem 2020–2021.

IBGE · PNAD Contínua / SIDRA · Extração 05/10/2026.

PIB real por pessoa2002–2025US$ constantes de 2015

Produto interno bruto real dividido pela população. Mede produção média, não renda disponível de cada morador nem sua distribuição.

Cobertura: 2002–2025. Último valor: 9748.00 US$ constantes de 2015 (2025).

Série WDI em dólares constantes de 2015. Não é dólar corrente nem dólar PPA. Variação acumulada calculada entre os níveis observados. Extração de 05/10/2026.

Banco Mundial · WDI · Extração 05/10/2026.

Hiato de pobreza · US$ 8,302002–2024% da linha de pobreza

Déficit médio de renda em relação à linha de US$ 8,30 por pessoa/dia, PPA 2021, dividido pela linha e calculado sobre toda a população. Quem está acima contribui com zero.

Cobertura: 2002–2024. Último valor: 7.50 % da linha de pobreza (2024).

Complementa a incidência: mede profundidade da pobreza. Não é o déficit médio apenas entre os pobres. Usa a mesma linha de pobreza e PPA do indicador de incidência. Extração de 05/10/2026.

Banco Mundial · WDI · Extração 05/10/2026.

Mortalidade infantil2002–2024por mil nascidos vivos

Probabilidade de morrer antes de completar um ano, expressa por mil nascidos vivos. Uma queda indica melhora na sobrevivência infantil.

Cobertura: 2002–2024. Último valor: 12.30 por mil nascidos vivos (2024).

Estimativa harmonizada UN IGME / Banco Mundial; não é contagem bruta de óbitos e pode ser revisada. Extração de 05/10/2026.

Banco Mundial · WDI · Extração 05/10/2026.

Saneamento gerido com segurança2002–2024% da população

População que utiliza instalações sanitárias melhoradas, não compartilhadas com outros domicílios, com excretas tratadas ou dispostas com segurança.

Cobertura: 2002–2024. Último valor: 54.96 % da população (2024).

Estimativas OMS/UNICEF JMP publicadas no WDI. O conceito é mais restrito que acesso à rede de esgoto; não se substitui por cobertura de rede. Extração de 05/10/2026.

Banco Mundial · WDI · Extração 05/10/2026.

PISA · cobertura dos jovens de 15 anos2003–2025% dos jovens de 15 anos

Índice de cobertura 3 da OCDE: população de 15 anos representada pela amostra, em relação ao total nacional de 15 anos. Não é taxa de resposta dos alunos.

Cobertura: 2003–2025. Último valor: 75.71 % dos jovens de 15 anos (2025).

PISA avalia estudantes de 15 anos matriculados no 7º ano ou acima. Jovens fora da escola e outros excluídos não estão todos representados. Em 2025 a cobertura foi 75,7%; mudanças de cobertura afetam a leitura de tendências. Tabela I.A2.1.

OCDE · PISA 2025 · Extração 05/10/2026.

Saeb · aprendizagem · anos iniciais2005–2025índice 0–10

Componente N: média padronizada das notas de português e matemática no Saeb.

Cobertura: 2005–2025. Último valor: 6.39 índice 0–10 (2025).

Ideb = N × P. Uma alta de aprovação pode elevar o Ideb sem alta equivalente de aprendizagem. Brasil, redes pública e privada; divulgação bienal 2005–2025. Em 2021, pandemia e políticas de aprovação exigem cautela.

Inep · Saeb / Censo Escolar · Extração 05/10/2026.

Ideb · progressão (P) · anos iniciais2005–2025índice 0–1

Componente P: indicador de rendimento calculado a partir das taxas de aprovação. Não é a taxa simples de aprovação nem conclusão escolar.

Cobertura: 2005–2025. Último valor: 0.98 índice 0–1 (2025).

Ideb = N × P. Uma alta de aprovação pode elevar o Ideb sem alta equivalente de aprendizagem. Brasil, redes pública e privada; divulgação bienal 2005–2025. Em 2021, pandemia e políticas de aprovação exigem cautela.

Inep · Saeb / Censo Escolar · Extração 05/10/2026.

Saeb · aprendizagem · anos finais2005–2025índice 0–10

Componente N: média padronizada das notas de português e matemática no Saeb.

Cobertura: 2005–2025. Último valor: 5.47 índice 0–10 (2025).

Ideb = N × P. Uma alta de aprovação pode elevar o Ideb sem alta equivalente de aprendizagem. Brasil, redes pública e privada; divulgação bienal 2005–2025. Em 2021, pandemia e políticas de aprovação exigem cautela.

Inep · Saeb / Censo Escolar · Extração 05/10/2026.

Ideb · progressão (P) · anos finais2005–2025índice 0–1

Componente P: indicador de rendimento calculado a partir das taxas de aprovação. Não é a taxa simples de aprovação nem conclusão escolar.

Cobertura: 2005–2025. Último valor: 0.96 índice 0–1 (2025).

Ideb = N × P. Uma alta de aprovação pode elevar o Ideb sem alta equivalente de aprendizagem. Brasil, redes pública e privada; divulgação bienal 2005–2025. Em 2021, pandemia e políticas de aprovação exigem cautela.

Inep · Saeb / Censo Escolar · Extração 05/10/2026.

Saeb · aprendizagem · ensino médio2005–2025índice 0–10

Componente N: média padronizada das notas de português e matemática no Saeb.

Cobertura: 2005–2025. Último valor: 4.79 índice 0–10 (2025).

Ideb = N × P. Uma alta de aprovação pode elevar o Ideb sem alta equivalente de aprendizagem. Brasil, redes pública e privada; divulgação bienal 2005–2025. Em 2021, pandemia e políticas de aprovação exigem cautela.

Inep · Saeb / Censo Escolar · Extração 05/10/2026.

Ideb · progressão (P) · ensino médio2005–2025índice 0–1

Componente P: indicador de rendimento calculado a partir das taxas de aprovação. Não é a taxa simples de aprovação nem conclusão escolar.

Cobertura: 2005–2025. Último valor: 0.95 índice 0–1 (2025).

Ideb = N × P. Uma alta de aprovação pode elevar o Ideb sem alta equivalente de aprendizagem. Brasil, redes pública e privada; divulgação bienal 2005–2025. Em 2021, pandemia e políticas de aprovação exigem cautela.

Inep · Saeb / Censo Escolar · Extração 05/10/2026.

PIB real por pessoa · variação desde 20022002–2025%

Variação real acumulada em relação a 2002, calculada como (nível atual ÷ nível inicial − 1) × 100.

Cobertura: 2002–2025. Último valor: 40.37 % (2025).

Derivado da série de níveis apresentada neste painel. Não soma taxas anuais. O ano-base é fixo e aparece no nome; não representa efeito causal de governo.

Banco Mundial · WDI · Extração 05/10/2026.

Renda dos 40% mais pobres · variação desde 20122012–2025%

Variação real acumulada em relação a 2012, calculada como (nível atual ÷ nível inicial − 1) × 100.

Cobertura: 2012–2025. Último valor: 42.27 % (2025).

Derivado da série de níveis apresentada neste painel. Não soma taxas anuais. O ano-base é fixo e aparece no nome; não representa efeito causal de governo.

IBGE · PNAD Contínua / SIDRA · Extração 05/10/2026.