As linhas usam escalas diferentes. Alturas, cruzamentos e inclinações não medem qual dimensão melhorou mais. O eixo acompanha a linha destacada; use o menu Indicadores para escolher as linhas. Não há nota geral nem pesos implícitos por quantidade de linhas.
Seleção: Panorama mostra dimensões distintas. Contexto macro separa condições econômicas dos resultados sociais. Educação fica em um filtro próprio, com etapas, domínios e componentes em Indicadores. Todos mantém a visão completa no mesmo gráfico.
Ausência não é zero. Cada legenda mostra o período disponível. Lacunas anuais interrompem linhas; segmentos tracejados de Ideb e PISA ligam apenas observações de ciclos, sem estimar anos intermediários. Incerteza amostral é exibida no PISA; ausência de barras nas demais séries não significa ausência de erro.
Qualidade da fonte: déficit fiscal sem conceito identificado suspenso; EMBI+ de 2024–2025 removido e legado anterior identificado como pendente. Renda do trabalho substituída por conceito, tabela e base de preços verificáveis. A exportação usa os mesmos valores do gráfico.
Sem inferência causal: mandatos presidenciais são contexto temporal. Coincidência de datas ou trajetórias não identifica o efeito de um governo. Indicadores nacionais também ocultam diferenças regionais, raciais e entre grupos.
Escalas diferentes: a altura e os cruzamentos das linhas não são comparáveis. Destaque uma linha para ver sua unidade e seu valor.
As faixas identificam os mandatos e o exercício da Presidência. Passe o cursor, focalize ou toque em um nome para ver o período. Os pontos anuais ficam no centro de cada ano; as transições usam as datas dentro do ano.
| Presidente | Período | Recorte e transição |
|---|---|---|
| Fernando Henrique Cardoso · 2º mandato | 1999–2002 | O gráfico mostra apenas 2002 do segundo mandato. |
| Luiz Inácio Lula da Silva · 1º mandato | 2003–2006 | Primeiro mandato. |
| Luiz Inácio Lula da Silva · 2º mandato | 2007–2010 | Segundo mandato. |
| Dilma Rousseff · 1º mandato | 2011–2014 | Primeiro mandato. |
| Dilma Rousseff · 2º mandato | 01/01/2015–31/08/2016 | A faixa de exercício termina em 12/05/2016, quando houve o afastamento; o mandato terminou formalmente em 31/08/2016. |
| Michel Temer | 12/05/2016–31/12/2018 | Interino de 12/05/2016 a 31/08/2016 (trecho hachurado); presidente em definitivo desde 31/08/2016. |
| Jair Bolsonaro | 2019–2022 | Mandato iniciado em 01/01/2019. |
| Luiz Inácio Lula da Silva · 3º mandato | Desde 01/01/2023 · recorte até 31/12/2025 | A faixa foi limitada ao fim dos dados, 2025; essa borda não representa o fim do mandato. |
Temer assumiu interinamente em 12/05/2016 e em definitivo em 31/08/2016. O hachurado marca a interinidade. As faixas mostram quem exercia a Presidência; não incluem substituições breves durante viagens.
Fontes: cronologia institucional · Câmara: transição de 2016 · Senado: posse de 2023.
| Indicador | Valor | Unidade |
|---|
Sem observação significa ausência de dado, não zero. IC95% aparece para o PISA.
Extração 05/10/2026. Anos ausentes não são interpolados. Abra a definição para conferir população, método e revisões.
| Indicador | Período | Unidade | Fonte e definição |
|---|---|---|---|
| Inflação IPCA | 2002–2025 | % | IBGE · Definição |
| Desemprego · OIT/Banco Mundial | 2002–2025 | % da força de trabalho | OIT / Banco Mundial · Definição |
| Crescimento do PIB | 2002–2025 | % | IBGE · Definição |
| Desigualdade Gini | 2002–2025 | índice 0–100 | Banco Mundial · Definição |
| Renda habitual de todos os trabalhos | 2012–2025 | R$ de 2025 / mês | IBGE · SIDRA 7542 / variável 10774 · Definição |
| EMBI+ · histórico a confirmar | 2002–2023 | pontos-base | Arquivo original · série exata e agregação pendentes · Definição |
| Câmbio real efetivo · BIS | 2002–2025 | 2020 = 100 | BIS · média anual do índice amplo real · Definição |
| Pobreza | 2002–2024 | % | Banco Mundial · WDI/PIP · Definição |
| Extrema pobreza | 2002–2024 | % | Banco Mundial · WDI/PIP · Definição |
| Renda domiciliar por pessoa | 2012–2025 | R$ de 2025 / mês | IBGE · PNAD Contínua/SIDRA · Definição |
| Expectativa de vida | 2002–2024 | anos | Banco Mundial · fontes ONU/nacionais · Definição |
| Homicídios intencionais | 2002–2023 | por 100 mil habitantes | UNODC · via Banco Mundial · Definição |
| Ideb · anos iniciais | 2005–2025 | índice 0–10 | Inep · Saeb/Censo Escolar · Definição |
| Ideb · anos finais | 2005–2025 | índice 0–10 | Inep · Saeb/Censo Escolar · Definição |
| Ideb · ensino médio | 2005–2025 | índice 0–10 | Inep · Saeb/Censo Escolar · Definição |
| Roubos totais | 2018–2025 | por 100 mil habitantes | FBSP · Anuários 2025/2026; IBGE · revisão 2024 · Definição |
| PISA · matemática | 2003–2025 | pontos de proficiência | OCDE · PISA, apresentação Inep 2025 · Definição |
| PISA · leitura | 2003–2025 | pontos de proficiência | OCDE · PISA, apresentação Inep 2025 · Definição |
| PISA · ciências | 2006–2025 | pontos de proficiência | OCDE · PISA, apresentação Inep 2025 · Definição |
| Participação na força de trabalho | 2012–2025 | % | IBGE · PNAD Contínua / SIDRA · Definição |
| Nível de ocupação | 2012–2025 | % | IBGE · PNAD Contínua / SIDRA · Definição |
| Subutilização do trabalho | 2012–2025 | % | IBGE · PNAD Contínua / SIDRA · Definição |
| Informalidade | 2016–2025 | % | IBGE · PNAD Contínua / SIDRA · Definição |
| Renda domiciliar mediana | 2012–2025 | R$ de 2025 / mês | IBGE · PNAD Contínua / SIDRA · Definição |
| Renda dos 40% mais pobres | 2012–2025 | R$ de 2025 / mês | IBGE · PNAD Contínua / SIDRA · Definição |
| Insegurança alimentar | 2023–2024 | % dos domicílios | IBGE · PNAD Contínua / SIDRA · Definição |
| Adequação escolar · 15–17 anos | 2016–2025 | % dos jovens | IBGE · PNAD Contínua / SIDRA · Definição |
| Adultos com ensino médio completo | 2016–2025 | % das pessoas de 25+ | IBGE · PNAD Contínua / SIDRA · Definição |
| PIB real por pessoa | 2002–2025 | US$ constantes de 2015 | Banco Mundial · WDI · Definição |
| Hiato de pobreza · US$ 8,30 | 2002–2024 | % da linha de pobreza | Banco Mundial · WDI · Definição |
| Mortalidade infantil | 2002–2024 | por mil nascidos vivos | Banco Mundial · WDI · Definição |
| Saneamento gerido com segurança | 2002–2024 | % da população | Banco Mundial · WDI · Definição |
| PISA · cobertura dos jovens de 15 anos | 2003–2025 | % dos jovens de 15 anos | OCDE · PISA 2025 · Definição |
| Saeb · aprendizagem · anos iniciais | 2005–2025 | índice 0–10 | Inep · Saeb / Censo Escolar · Definição |
| Ideb · progressão (P) · anos iniciais | 2005–2025 | índice 0–1 | Inep · Saeb / Censo Escolar · Definição |
| Saeb · aprendizagem · anos finais | 2005–2025 | índice 0–10 | Inep · Saeb / Censo Escolar · Definição |
| Ideb · progressão (P) · anos finais | 2005–2025 | índice 0–1 | Inep · Saeb / Censo Escolar · Definição |
| Saeb · aprendizagem · ensino médio | 2005–2025 | índice 0–10 | Inep · Saeb / Censo Escolar · Definição |
| Ideb · progressão (P) · ensino médio | 2005–2025 | índice 0–1 | Inep · Saeb / Censo Escolar · Definição |
| PIB real por pessoa · variação desde 2002 | 2002–2025 | % | Banco Mundial · WDI · Definição |
| Renda dos 40% mais pobres · variação desde 2012 | 2012–2025 | % | IBGE · PNAD Contínua / SIDRA · Definição |
TL;DR: O gráfico mostra o que aconteceu. Para avaliar o efeito de uma decisão, precisamos de uma comparação crível com o que teria acontecido sem ela: o contrafactual.
Exemplo hipotético: o PIB cai 1% com uma política, mas cairia 3% sem ela. Nesse cenário, a política teria evitado uma perda de 2 pontos percentuais, mesmo com o indicador em queda. Da mesma forma, uma alta pode decorrer de condições externas favoráveis.
Testes A/B aleatorizados estimam um contrafactual com um grupo de controle. Para políticas nacionais, em geral é necessário outro desenho de pesquisa, com hipóteses explícitas e análise da incerteza.
Ver outras influências sobre um resultadoOs asteriscos coloridos indicam mudanças das fontes. No celular, abra “Marcos metodológicos” abaixo do gráfico para acessar cada ano; no computador, os marcos aparecem junto ao eixo temporal. Abra uma nota abaixo e siga os links para o trecho exato da explicação. As datas de publicação das revisões não são quebras automáticas em séries retropoladas ou encadeadas.
PISA · TL;DR: Ciências passa a ter o recorte histórico de comparação usado nesta fonte.
Impacto na medição: A linha de ciências começa em 2006 no quadro oficial. Isso delimita a série apresentada, sem converter médias de matrizes anteriores em pontos equivalentes. Explicação e fontes →
IPCA · julho: A POF 2002–2003 substituiu a estrutura anterior: cada item passou a contribuir conforme seu novo peso no orçamento das famílias. A mesma alta de preços de um produto pode contribuir mais ou menos para o índice agregado. A série é encadeada, sem reiniciar a inflação acumulada.
BIS · março: O índice amplo passou a combinar mais parceiros comerciais, com pesos que variam no tempo. A cotação e a inflação relativa de cada parceiro entram conforme esses pesos. O histórico divulgado desde 1994 permite comparar dentro da mesma versão da série.
A estrutura baseada na POF 2002–2003 entrou em vigor em julho de 2006. Em março, o BIS publicou os novos índices amplos e pesos variáveis no tempo, com dados históricos desde 1994.
PIB · março: A referência 2000 e novas fontes alteraram as estimativas de produção, valor adicionado e crescimento. Os anos anteriores foram recalculados: compare uma única versão revisada, sem colar níveis de publicações antigas.
Ideb: O índice combina a nota padronizada do Saeb com o indicador de rendimento baseado nas taxas de aprovação. Melhor desempenho ou maior aprovação elevam o resultado. A criação em 2007 trouxe resultados retrospectivos de 2005; não foi uma quebra em uma série anterior de Ideb.
Ideb criado em 2007, com resultados retrospectivos desde 2005.
Ideb · anos iniciais · Ideb · anos finais · Ideb · ensino médio
A revisão das Contas Nacionais publicada em março de 2007 alterou fontes e valores históricos.
Trabalho, renda e desigualdade · janeiro: Na desocupação, a razão continua sendo pessoas desocupadas ÷ força de trabalho. Mas a PNAD Contínua mudou a abrangência, a amostra e a coleta em relação à PME de seis regiões metropolitanas, mudando quem pode entrar no numerador e no denominador. Não há um fator único para converter a PME em PNAD Contínua.
Séries deste gráfico: As rendas comparáveis começam em 2012. Gini e pobreza anteriores dependem de outras pesquisas ou harmonização internacional; 2012 marca o início da PNAD Contínua, não prova que toda fonte usada neste gráfico mudou exatamente naquele ano. A linha longa de desemprego é harmonizada, não uma única pesquisa IBGE invariável.
IPCA · janeiro: A POF 2008–2009 atualizou a importância relativa dos produtos e serviços. O método geral permaneceu, com encadeamento do índice: mudou quanto cada preço pesa, sem uma ruptura equivalente à troca de pesquisa de trabalho.
A renda domiciliar começa com a PNAD Contínua em 2012. Para pobreza, a série internacional harmonizada também exige atenção às diferenças entre pesquisas brasileiras.
Renda domiciliar por pessoa · Pobreza e comparabilidade
A PNAD Contínua começou em janeiro. As pesquisas anteriores têm outra abrangência e outros conceitos; a PME continuou até 2016. O IPCA também recebeu novos pesos, com série encadeada.
PISA · TL;DR: O modo de aplicação passou para computador.
Impacto na medição: Novos formatos de tarefas digitais mudam como as competências são observadas. A ligação entre ciclos usa procedimentos e itens de tendência; não é correto atribuir toda diferença de pontuação ao computador. Explicação e fontes →
PIB · março: A referência 2010 incorporou o SNA 2008, a CNAE 2.0 e novas fontes e procedimentos. Mudanças como o tratamento de pesquisa e desenvolvimento como investimento podem alterar o nível do PIB e seus componentes; as novas informações também podem revisar taxas de crescimento.
Comparação: A retropolação aplica a nova metodologia aos anos anteriores. A data de publicação não representa um salto econômico em 2015: use a série revisada inteira. Indicadores em % do PIB também podem mudar quando o denominador é revisto, mesmo com o numerador fiscal igual.
A revisão publicada em março incorporou novas fontes, classificações e o SNA 2008. Os anos anteriores foram recalculados.
Desemprego · março: A publicação final da PME refere-se a fevereiro de 2016. O fim da pesquisa antiga encerra aquela fonte, sem alterar a razão de desocupação da PNAD Contínua ou tornar os dois universos equivalentes.
Comparação: Trate as duas pesquisas separadamente. Um movimento entre o último ponto da PME e um ponto da PNAD pode refletir diferenças de cobertura e conceitos, além da conjuntura.
A PME foi encerrada em março. Esta data marca o fim da pesquisa antiga, sem transformar a PME e a PNAD Contínua em uma única série homogênea.
PISA · TL;DR: A prova de leitura passou a escolher blocos conforme o desempenho.
Impacto na medição: A escolha de blocos se adapta ao estudante, buscando medir com mais precisão. A escala continua ligada entre ciclos; o resultado não é uma média simples da porcentagem de acertos. Explicação e fontes →
Renda e Gini · julho: A revisão do tratamento dos rendimentos, incluindo valores atípicos, alterou microdados e estimativas. Corrigir rendas individuais pode mudar a média e a distribuição usada no Gini; não foi uma nova fórmula matemática do Gini. Use os microdados ou resultados revisados em todo o período.
BIS · abril: A exclusão da moeda venezuelana alterou a composição e os pesos relativos da cesta ampla. O índice combina moedas e preços relativos ponderados pelo comércio; revise o histórico da mesma fonte, sem juntar versões diferentes.
O IBGE revisou a metodologia e os microdados de rendimentos em julho; indicadores de renda e desigualdade podem diferir de publicações anteriores. Em abril, o BIS excluiu a moeda venezuelana da cesta ampla.
IPCA · janeiro: A POF 2017–2018 atualizou produtos, serviços e pesos. As variações de preços continuam agregadas conforme a participação no consumo. A série encadeada preserva a comparação histórica, embora um mesmo choque de preços tenha contribuição diferente sob os novos pesos.
Trabalho e renda · pandemia: A passagem da entrevista presencial para o telefone alterou as condições de contato e resposta. A fórmula da desocupação não mudou; mudanças em quem respondeu podem afetar as estimativas e a comparabilidade. O marco é de coleta, não uma justificativa para atribuir toda variação à metodologia.
O IPCA passou a usar a POF 2017–2018 em janeiro. Durante a pandemia, a coleta da PNAD Contínua passou a ser remota, com efeitos sobre as condições de resposta e comparação.
PNAD · novembro: Os fatores de expansão determinam quantas pessoas da população cada entrevistado representa. Na média ponderada, somam-se peso × renda e divide-se pela soma dos pesos; totais, taxas de desocupação e Gini também dependem desses pesos. A recalibração revisou o histórico sem redefinir o que significa estar desocupado.
Ideb · edição 2021: O Ideb continua combinando desempenho e aprovação. Políticas excepcionais de aprovação podem elevar o componente de rendimento mesmo sem melhora na aprendizagem. Participação e condições de avaliação também exigem atenção. Este é um alerta de contexto e comparabilidade, não uma afirmação de mudança da fórmula.
Renda domiciliar: calibração da PNAD. Ideb: o contexto da pandemia e as políticas de aprovação exigem cuidado na comparação.
Renda domiciliar por pessoa · Ideb · anos iniciais · Ideb · anos finais · Ideb · ensino médio
A revisão dos fatores de expansão em novembro reponderou a série histórica de trabalho, renda e desigualdade.
PISA · TL;DR: A prova de matemática passou a usar blocos adaptativos.
Impacto na medição: Mudou o percurso de itens, sobretudo a precisão nos extremos da escala. Itens comuns e controles de aplicação sustentam a comparação. A pandemia adiou o ciclo previsto para 2021 até 2022. Explicação e fontes →
Câmbio real efetivo: Mais economias alteram a composição da cesta e a distribuição dos pesos comerciais. O índice combina taxas de câmbio com preços relativos: a valorização de uma moeda parceira pesa conforme sua importância comercial.
Comparação: A ampliação foi gradual; 2023 identifica a cobertura alcançada, não uma única ruptura instantânea. Use a série histórica da mesma versão. A base 2020 = 100 apenas muda a escala numérica; não significa equilíbrio cambial nem uma nova fórmula em 2020.
A expansão gradual dos índices amplos alcançou 64 economias até 2023.
Roubos · TL;DR: revisar o tamanho da população muda uma taxa por habitante, mesmo sem mudar a contagem de crimes.
Impacto no cálculo: registros ÷ população × 100.000. Em 2024, o IBGE publicou novas projeções que incorporam o Censo 2022 e revisam também anos anteriores. Neste painel, todos os pontos de 2018–2025 são recalculados com essa mesma revisão populacional, evitando uma troca artificial de denominador no meio da linha. As contagens continuam sujeitas a revisões do FBSP; uma queda dos registros não prova uma queda de todos os crimes. Cálculo, cobertura e fontes →
Risco-país: A descontinuação em meados de 2024 não é uma simples atualização de pesos para manter a mesma série. Outros índices de títulos ou CDS usam universos e métodos diferentes; não podem ser unidos automaticamente ao EMBI+.
Limite neste gráfico: Os valores originais de 2024–2025 estão preservados, mas não certificados como continuação do EMBI+. Não interprete a variação final como evidência confirmada da mesma métrica até conferir sua procedência.
O EMBI+ foi descontinuado em meados de 2024. Os valores de 2024–2025 deste arquivo exigem confirmação da fonte e não estão certificados como continuação da mesma métrica.
PISA · TL;DR: A prova de ciências passou a usar blocos adaptativos.
Impacto na medição: Mudaram o percurso do teste e a matriz de avaliação. A ligação entre ciclos mantém a interpretação das escalas; diferenças pequenas exigem atenção à incerteza. Os pontos de 2025 foram publicados em setembro de 2026. Explicação e fontes →
PNAD · julho: As projeções baseadas no Censo 2022 mudaram os fatores de expansão da amostra. Pessoas entrevistadas passam a representar quantidades diferentes da população; por isso desemprego, rendas e Gini históricos podem mudar. O conceito de desocupação e a fórmula do Gini permanecem.
Pobreza · junho: A referência de preços passou para PPA 2021 e as linhas internacionais de US$ 2,15/6,85 (PPA 2017) para US$ 3,00/8,30. Muda a classificação de quem fica abaixo da linha e o histórico foi revisto. Uma diferença entre publicações não é, por si só, mudança real da pobreza.
Comparação: Todas as observações de pobreza aqui usam as linhas atuais. Compare estimativas da mesma versão e base de preços; renda real em reais também exige um deflator e ano de referência comuns.
Renda domiciliar: reponderação da PNAD. Pobreza: novas linhas em PPA 2021 publicadas em junho de 2025, com revisão histórica.
Renda domiciliar por pessoa · Pobreza · Extrema pobreza
Novas projeções populacionais, incorporando o Censo 2022, foram usadas para reponderar a série histórica da PNAD Contínua.
Atenção a 2012: as pesquisas de trabalho e renda têm amostras e conceitos diferentes. A PNAD Contínua começou nesse ano; a PME continuou até 2016. IPCA encadeado e PIB retropolado preservam a comparação histórica de forma distinta. Nas linhas harmonizadas OIT/World Bank, consulte também a documentação da série.
Uma revisão dos pesos pode alterar valores passados sem mudar a definição do indicador. Os marcos abaixo documentam as fontes; não certificam que todos os pontos deste arquivo já incorporam a última revisão.
Abra cada indicador para ver o que ele mede, como interpretar o valor, quando o método mudou e o impacto na comparação histórica. Os exemplos são ilustrativos.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo mede a variação dos preços de uma cesta de produtos e serviços consumidos pelas famílias. É o índice oficial de inflação do Brasil e abrange famílias com renda de 1 a 40 salários mínimos nas áreas urbanas pesquisadas.
O IBGE compara preços e pondera os itens pela participação nas despesas das famílias, estimada pela Pesquisa de Orçamentos Familiares. Alimentação, transporte e moradia, por exemplo, têm pesos diferentes.
IPCA anual = [(índice de dezembro ÷ índice de dezembro do ano anterior) − 1] × 100
Exemplo: inflação de 5% transforma uma cesta de R$ 100 em uma de R$ 105. Uma queda da inflação de 5% para 3% significa que os preços continuam subindo, a um ritmo menor. Inflação negativa indica queda média de preços.
Como ler o gráfico: a linha mostra o acumulado de cada ano. Sua inflação pessoal pode diferir do IPCA porque sua cesta de compras é diferente da média.
IBGE: o que é inflação e como o IPCA é calculado.
| Quando | O que mudou | Impacto na comparação |
|---|---|---|
| Jul./2006 | Pesos atualizados pela POF 2002–2003, substituindo a estrutura baseada na POF 1995–1996. IBGE | Atualiza a importância de cada gasto das famílias; também houve aperfeiçoamentos específicos de métodos e conceitos. |
| Jan./2012 | Nova estrutura de pesos baseada na POF 2008–2009. IBGE | O método geral foi mantido. Os resultados foram encadeados para permitir comparação histórica. |
| Jan./2020 | Nova cesta e ponderação baseada na POF 2017–2018. IBGE | Representa novos hábitos de consumo. A mudança de pesos preserva a concepção geral do índice; não equivale à troca de pesquisa do desemprego. |
Série efetivamente traçada: desemprego harmonizado OIT/Banco Mundial. A explicação do IBGE abaixo é conceitual; não torna a linha internacional uma série direta da PNAD Contínua. As novas taxas de participação, ocupação, subutilização e informalidade vêm do IBGE e têm outra cobertura e agregação.
Na PNAD Contínua do IBGE, uma pessoa desocupada tem 14 anos ou mais, está sem trabalho, está disponível para trabalhar e procura uma ocupação. A taxa considera a força de trabalho: pessoas ocupadas e desocupadas.
Taxa de desocupação = desocupados ÷ (ocupados + desocupados) × 100
Exemplo ilustrativo: 94 pessoas ocupadas e 6 desocupadas formam uma força de trabalho de 100 pessoas. A taxa é 6%.
Incluem empregados, autônomos e empreendedores, inclusive quem trabalha na informalidade.
Quem se dedica apenas aos estudos ou aos cuidados da casa e não procura trabalho fica fora do cálculo.
Querem trabalhar e estão disponíveis, mas desistiram de procurar por dificuldades no mercado. Ficam fora da taxa de desemprego; o desalento é medido separadamente.
Receber Bolsa Família, BPC ou seguro-desemprego não determina a classificação: ela depende da situação de trabalho e de procura por ocupação.
Leia a explicação completa do IBGE sobre desemprego.
Procura por trabalho: a pesquisa considera a busca efetiva nos 30 dias anteriores e a disponibilidade na semana de referência. Também contempla quem já conseguiu trabalho com início previsto em menos de quatro meses após essa semana. Definição técnica do IBGE.
Sobre este gráfico: a definição acima descreve a PNAD Contínua. A linha histórica de desemprego de 2002–2025 usa uma série harmonizada OIT/World Bank; a PNAD Contínua nacional começa em 2012.
| Quando | O que mudou | Impacto na comparação |
|---|---|---|
| Jan./2012 | Implantação nacional definitiva da PNAD Contínua, com amostra e metodologia próprias. IBGE | Comparabilidade exige cuidado: a PME cobria seis regiões metropolitanas. Suas taxas não formam, por simples junção, uma série nacional homogênea com a PNAD Contínua. |
| Mar./2016 | Encerramento da PME, com divulgação final referente a fevereiro de 2016. IBGE | As pesquisas coexistiram entre 2012 e 2016. Portanto, 2012 marca o início da nova pesquisa; o fim da PME ocorreu depois. |
| 2020 | Suspensão da coleta presencial em março e adoção de entrevistas por telefone durante a pandemia. IBGE: coleta em 2020 | Mudança operacional e queda de resposta, com efeitos na representatividade da amostra. Isso ajuda a explicar a revisão dos pesos em 2021. |
| Nov./2021 | Novo método de calibração dos fatores de expansão. IBGE: notas de 2021 | Recalcula estimativas e a série histórica. É uma revisão dos pesos da amostra, diferente da mudança de pesquisa em 2012. |
| 31/07/2025 | Reponderação com projeções populacionais de 2024 que incorporam o Censo 2022. IBGE: reponderação de 2025 | Atualiza os resultados históricos dos trimestres móveis; publicações de versões anteriores podem apresentar outros valores. |
Há déficit quando as despesas públicas superam as receitas em um período. Expressá-lo como parcela do PIB permite comparar esse desequilíbrio com o tamanho da economia.
Déficit (% do PIB) = (despesas − receitas) ÷ PIB × 100
Exemplo: despesas de R$ 110 bilhões e receitas de R$ 100 bilhões geram déficit de R$ 10 bilhões. Com PIB de R$ 1 trilhão, isso corresponde a 1% do PIB.
Exclui os juros da dívida. Ajuda a avaliar o saldo das receitas e despesas não financeiras.
Inclui os juros. Um superávit primário pode coexistir com déficit nominal se os juros forem maiores.
O déficit é um fluxo durante o período. A dívida é um estoque em uma data e também depende de outros ajustes.
Não está no gráfico nem na exportação: valores suspensos até identificar código, conceito fiscal, abrangência, sinal e agregação. O histórico original permanece no backup.
Arquivo anterior: os déficits apareciam como valores positivos: uma linha mais alta representa maior déficit em relação ao PIB. Governo central, governo geral e setor público consolidado têm abrangências diferentes; a comparação exige o mesmo conceito. As fontes originais indicam FMI/FRED sem detalhar a série fiscal específica.
Banco Central: conceitos das estatísticas fiscais · FMI: receitas, despesas e saldo fiscal.
| Quando | O que mudou | Impacto na comparação |
|---|---|---|
| Sem uma data única | As séries podem usar resultado primário ou nominal e abranger governo central, governo geral ou setor público consolidado. Banco Central | A mesma definição precisa ser mantida ao longo do tempo; mudanças de juros, abrangência ou método não são intercambiáveis. |
| Revisões periódicas | O percentual também pode mudar quando o PIB usado no denominador é revisto. IBGE: retropolação | O arquivo original não identifica o código da série FMI/FRED. Assim, não é possível atribuir com segurança uma data de mudança específica à linha fiscal exibida. |
O Produto Interno Bruto mede o valor dos bens e serviços finais produzidos no país durante um período. Contar apenas os produtos finais evita somar duas vezes insumos já incorporados ao produto.
A linha mostra o crescimento real anual: a variação do volume da produção, descontando o efeito das mudanças de preços. Uma alta do PIB em reais correntes pode refletir tanto mais produção quanto preços maiores.
Crescimento real = [(volume do PIB no ano ÷ volume no ano anterior) − 1] × 100
Exemplo: se um índice de volume passa de 100 para 103, a economia cresceu 3%. Uma taxa de −3% indica que produziu menos que no ano anterior.
Como interpretar: o PIB é a produção de um período. O crescimento agregado não informa como a renda foi distribuída nem garante que a renda de cada pessoa aumentou. PIB por habitante, desigualdade e qualidade de vida respondem a outras perguntas.
IBGE: o que é o PIB · IBGE: Contas Nacionais e crescimento em volume.
| Quando | O que mudou | Impacto na comparação |
|---|---|---|
| Mar./2007 | Nova série das Contas Nacionais com referência 2000. IBGE: histórico das Contas Nacionais | Atualização das fontes e da metodologia; valores históricos publicados em versões antigas podem diferir. |
| Mar./2015 | Nova referência 2010, SNA 2008, CNAE 2.0, novas fontes e ajustes de conceitos e algoritmos. IBGE: histórico das Contas Nacionais | Revisão estrutural. Os resultados anteriores foram ajustados por retropolação, preservando uma série comparável. |
| Após a revisão | A série de referência 2010 incorpora resultados anteriores e cobre agregados desde 1995. IBGE: retropolação | Ao usar uma única versão da série retropolada, não é preciso tratar 2015 como uma interrupção da produção econômica. Misturar versões antigas e novas compromete a comparação. |
O índice de Gini mede quanto a distribuição da renda se afasta de uma distribuição perfeitamente igual. O cálculo usa a curva de Lorenz, que relaciona a parcela acumulada da população, da menor para a maior renda, à parcela acumulada da renda recebida.
Todas as pessoas recebem a mesma renda.
Toda a renda fica concentrada em uma única pessoa.
Uma queda do índice indica uma distribuição de renda menos concentrada.
Exemplo: passar de 54 para 51 indica menor desigualdade. O coeficiente também pode ser publicado na escala de 0 a 1: 0,54 equivale a 54 na escala deste gráfico.
Como interpretar: Gini 54 é um índice, não uma parcela de 54% da população ou da renda. Ele descreve a distribuição; a renda média informa o nível de renda. Compare medidas com o mesmo conceito de renda, população e pesquisa. O gráfico usa a série World Bank/FRED e tem uma lacuna em 2010.
Banco Mundial: definição e metodologia do Gini.
| Quando | O que mudou | Impacto na comparação |
|---|---|---|
| 2012–2015 | PNAD Contínua iniciada em 2012; a PNAD anual antiga teve sua última edição em 2015. IBGE | Mudam pesquisa, amostra e captação dos rendimentos. 2012 é um marco das fontes oficiais; não comprova que a série World Bank/FRED deste gráfico tenha uma troca direta nesse ano. |
| Jul./2019 | Tratamento de valores extremos e correção de rendimentos na PNAD Contínua. IBGE: revisão dos rendimentos | A revisão dos dados de renda pode afetar medidas de desigualdade calculadas com esses dados. |
| Nov./2021 | Nova calibração da PNAD Contínua. IBGE: notas de 2021 | Estimativas de distribuição da renda baseadas na pesquisa também podem ser revistas. |
| 2025 | Novos pesos baseados nas projeções que incorporam o Censo 2022; atualização nas divulgações temáticas anuais. IBGE: reponderação de 2025 | Ginis publicados em versões anteriores da PNAD Contínua podem mudar. Isso não significa que o conceito matemático do Gini foi alterado. |
A renda média real representa o rendimento médio mensal corrigido pela inflação para permitir comparações de poder de compra. Na PNAD Contínua, as medidas de rendimento do trabalho consideram pessoas ocupadas com rendimento e podem abranger o trabalho principal ou todos os trabalhos.
A média é ponderada para representar a população pesquisada. O rendimento habitual descreve o valor normalmente recebido; o efetivo descreve o valor recebido no mês de referência.
Renda real em preços da base = renda nominal × (índice de preços da base ÷ índice de preços do período)
Exemplo: se a renda nominal sobe 5% e os preços também sobem 5%, o poder de compra fica igual. Se a renda sobe menos que os preços, a renda real cai.
Como interpretar: a média pode aumentar mesmo sem aumento para todos, por mudanças na composição dos trabalhadores ou na distribuição da renda. A mediana descreve a pessoa no meio da distribuição. A série foi substituída por uma extração identificada: SIDRA 7542, variável 10774, total (49325), média real habitual de todos os trabalhos de ocupados de 14 anos ou mais com rendimento, a preços médios de 2025. A linha começa em 2012, junto da PNAD Contínua.
IBGE/SIDRA: rendimento médio mensal real e nominal do trabalho.
| Quando | O que mudou | Impacto na comparação |
|---|---|---|
| 2012 | Início da série nacional da PNAD Contínua. IBGE | O gráfico deixa os anos anteriores vazios para evitar uma junção artificial com medidas de outra pesquisa. |
| 29/07/2019 | Revisão dos rendimentos: tratamento de outliers na série 2012–2019 e de valores repetidos na base de 2014. IBGE: revisão dos rendimentos | Atualiza médias e microdados históricos; compare publicações que usem a mesma versão revisada. |
| 2020 | Coleta presencial suspensa e entrevistas por telefone durante a pandemia. IBGE: coleta em 2020 | Alteração operacional com perda de resposta; exige atenção à representatividade, especialmente na leitura do período pandêmico. |
| Nov./2021 | Alteração da calibração dos fatores de expansão. IBGE: notas de 2021 | Pesos revistos podem alterar a renda média estimada, inclusive em anos anteriores. |
| 2025 | Reponderação com projeções que incorporam o Censo 2022. IBGE: reponderação de 2025 | Revisa a série histórica. Além da versão dos pesos, mantenha o mesmo conceito de renda e a mesma base de preços. |
O EMBI+, da J.P. Morgan, é usado como indicador de risco-país. O spread soberano compara o rendimento de uma cesta de títulos de dívida externa do país com o de títulos de referência do Tesouro dos Estados Unidos.
O valor representa o prêmio adicional exigido pelo mercado para carregar esses títulos. É influenciado pela percepção de risco, pela liquidez e pelas condições financeiras internacionais.
100 pontos-base = 1 ponto percentual de juros
Exemplo: 300 pontos-base correspondem a um prêmio de 3 pontos percentuais. Em uma comparação simplificada, uma referência de 4% e um spread de 300 pontos-base implicariam rendimento de aproximadamente 7%.
Como interpretar: uma alta indica maior prêmio exigido pelo mercado. O valor não é uma probabilidade de calote, uma nota de agência de classificação ou a taxa Selic. EMBI+, EMBI Global e CDS têm metodologias diferentes; ao comparar períodos, confirme o indicador e se o valor é média anual ou de fim de ano. Aqui a escala própria está em pontos-base.
Banco Central: definição do EMBI+ e do spread soberano.
| Quando | O que mudou | Impacto na comparação |
|---|---|---|
| Meados de 2024 | Descontinuação da série EMBI+, registrada em documentação da ARSP. ARSP: nota sobre o fim do EMBI+ | Continuidade exige confirmação: séries posteriores podem usar EMBI Global/EMBIG ou outro indicador, com composição e metodologia diferentes. |
| 2024–2025 suprimidos do gráfico | O arquivo fornecido contém valores sob o rótulo EMBI+, sem identificar a fonte exata ou eventual substituição. | Esses pontos foram removidos por não estarem confirmados como continuação homogênea do EMBI+. O legado 2002–2023 também exige confirmar a série exata e a agregação e fica fora dos temas padrão. EMBI Global e CDS soberano precisam ser identificados como outras métricas; a troca não deve ser silenciosa. |
A linha ciano no gráfico principal combina moedas de parceiros comerciais e inflação relativa · índice 2020 = 100 · média anual de 12 meses.
Fonte: Bank for International Settlements (BIS) · M.R.B.BR. 288 observações mensais, agregadas nesta página em 24 médias anuais. Extração: 05/10/2026. Baixar a série anual (CSV).
O REER combina taxas bilaterais ponderadas pelo comércio de manufaturados e as ajusta pelos preços ao consumidor de cada economia. Considera comércio direto e concorrência em terceiros mercados. Método BIS.
REER = índice cambial nominal ponderado × ajuste de preços relativos · normalizado para 2020 = 100
Como ler: alta significa apreciação real frente à cesta; queda, depreciação real. Inflação brasileira mais alta que a dos parceiros pode elevar o índice mesmo sem valorização nominal.
Exemplo ilustrativo: 110 indica apreciação real de 10% em relação à base de 2020. Não equivale a uma cotação de R$ 110 nem comprova que a moeda esteja sobrevalorizada.
O índice informa sobre preços relativos internacionais; não mede renda ou poder de compra individual. Sua ponderação por manufaturados não resume toda a competitividade, inclusive serviços e cadeias de produção. Limitações metodológicas.
Esta página usa a série mensal M.R.B.BR e calcula a média aritmética dos 12 meses de cada ano. Os dados já incorporam o ajuste de inflação do BIS. Série oficial · Documentação atual.
| Quando | O que mudou | Impacto na comparação |
|---|---|---|
| Mar./2006 | Novos índices amplos publicados com 52 economias e pesos comerciais variáveis no tempo. BIS. | Histórico amplo disponível desde 1994; 2006 é a publicação do método, não o início dos dados. |
| Abr./2019 | A moeda venezuelana foi excluída da cesta ampla. BIS. | Mudança de composição: usa-se a série atual inteira, sem combinar vintages. |
| Até 2023 | A cobertura foi ampliada gradualmente de 52 para 64 economias. BIS. | 2023 marca a cobertura alcançada, não uma troca simultânea de todas as moedas. |
| Pesos trienais | Pesos baseados em janelas de três anos, com encadeamento. BIS. | Os parceiros mudam de importância; o método admite revisões históricas. |
| Base 2020 = 100 | 2020 é a referência de escala. BIS. | 100 é referência; não é um valor de equilíbrio estimado. |
| Ano | Índice 2020 = 100 | Meses observados |
|---|---|---|
| 2002 | 92,30 | 12 |
| 2003 | 89,63 | 12 |
| 2004 | 93,56 | 12 |
| 2005 | 115,23 | 12 |
| 2006 | 128,91 | 12 |
| 2007 | 139,43 | 12 |
| 2008 | 146,53 | 12 |
| 2009 | 146,65 | 12 |
| 2010 | 166,79 | 12 |
| 2011 | 174,65 | 12 |
| 2012 | 158,01 | 12 |
| 2013 | 150,51 | 12 |
| 2014 | 148,96 | 12 |
| 2015 | 124,51 | 12 |
| 2016 | 132,24 | 12 |
| 2017 | 144,17 | 12 |
| 2018 | 128,84 | 12 |
| 2019 | 126,25 | 12 |
| 2020 | 100,00 | 12 |
| 2021 | 96,59 | 12 |
| 2022 | 109,78 | 12 |
| 2023 | 116,31 | 12 |
| 2024 | 111,81 | 12 |
| 2025 | 108,91 | 12 |
Extraído em 05/10/2026; média anual calculada nesta página. Exibição arredondada a duas casas. Texto em português preparado para esta página; não é uma tradução oficial do BIS.
Percentual de pessoas com renda ou consumo abaixo da linha internacional de US$ 8,30 por pessoa por dia, em paridade de poder de compra de 2021. A PPA ajusta diferenças de preços entre países; não é uma conversão pela cotação do dólar. Uma queda significa menor incidência de pobreza segundo esta linha.
Dados no gráfico: 2002–2024. Último valor: 20,6 % (2024).
Em junho de 2025, o Banco Mundial substituiu US$ 6,85 (PPA 2017) por US$ 8,30 (PPA 2021) e revisou os valores históricos. Toda a série aqui usa a mesma definição atual; não se unem publicações antigas e novas. A série harmonizada usa pesquisas domiciliares brasileiras e requer cuidado com a transição PNAD/PNAD Contínua. Sem valor em 2010 e 2025.
Percentual de pessoas abaixo da linha internacional de US$ 3,00 por pessoa por dia, em PPA de 2021. É um subconjunto da população abaixo de US$ 8,30; as duas taxas não devem ser somadas. Não é um indicador de insegurança alimentar ou de toda a privação material.
Dados no gráfico: 2002–2024. Último valor: 3 % (2024).
Em junho de 2025, a linha internacional passou de US$ 2,15 em PPA 2017 para US$ 3,00 em PPA 2021. Os anos históricos apresentados já seguem a definição atual. Há uma lacuna em 2010; não há observação de 2025 nesta extração.
Média do rendimento domiciliar per capita: rendimentos do domicílio divididos pelos moradores considerados na pesquisa, incluindo rendimentos de trabalho e de outras fontes. Todos os anos estão a preços médios de 2025. É uma média, não a mediana nem a renda individual de cada brasileiro. Complementa o indicador de renda do trabalho.
Dados no gráfico: 2012–2025. Último valor: 2264,0 R$ de 2025 / mês (2025).
PNAD Contínua anual, Brasil, total da população: SIDRA 7534, variável 10816, classificação 1042, categoria Total (49283). A série começa em 2012. Calibrações e reponderações em 2021 e 2025 podem revisar o histórico; a base de preços avança quando o último ano é atualizado. O gráfico não cola a antiga PNAD a esta série.
Número de anos que uma pessoa recém-nascida viveria se os padrões de mortalidade do período permanecessem ao longo de sua vida. É uma medida de período, não a idade média dos óbitos nem uma previsão individual. A série permite ver perdas de longevidade durante a pandemia.
Dados no gráfico: 2002–2024. Último valor: 76,02 anos (2024).
Série internacional harmonizada do Banco Mundial, com fontes demográficas das Nações Unidas e fontes nacionais. Não é identificada como a série exclusiva das tábuas do IBGE. Novas revisões demográficas podem recalcular anos anteriores; usa-se uma única versão da série, sem misturar vintages. Último ano nesta extração: 2024.
Mortes ilícitas infligidas com intenção de matar ou causar lesão grave, por 100 mil habitantes. Ajustar pela população permite comparar anos com tamanhos populacionais diferentes. Uma queda representa menor violência letal registrada nesta definição; não mede todos os crimes ou a sensação de segurança.
Dados no gráfico: 2002–2023. Último valor: 19,28 por 100 mil habitantes (2023).
Série UNODC publicada no WDI do Banco Mundial. A definição e os registros não são automaticamente equivalentes à taxa do Atlas da Violência/SIM; não se unem as duas fontes. Mudanças de cobertura, classificação de mortes e denominador populacional podem afetar comparações. Sem dados de 2024 e 2025 nesta extração.
O Ideb combina desempenho dos estudantes em português e matemática no Saeb com as taxas de aprovação do Censo Escolar. Esta linha mostra anos iniciais do ensino fundamental, total do Brasil, incluindo redes pública e privada. A escala vai de 0 a 10; uma alta significa avanço no indicador composto. Não mede todas as dimensões da qualidade educacional.
Dados no gráfico: 2005–2025. Último valor: 6,3 índice 0–10 (2025).
Criado em 2007, com resultados retrospectivos desde 2005. Divulgação bienal: apenas anos com observação têm pontos; os traços entre eles são guias de leitura, não valores calculados para os anos intermediários. Em 2021, pandemia, participação nas avaliações e políticas de aprovação exigem cuidado na comparação. As três etapas são mantidas separadas. Dados 2005–2023: quadro-resumo oficial do Inep; 2025: divulgação oficial de agosto de 2026.
Fonte: Inep · Saeb/Censo Escolar · Histórico 2005–2023 · Resultados de 2025
O Ideb combina desempenho dos estudantes em português e matemática no Saeb com as taxas de aprovação do Censo Escolar. Esta linha mostra anos finais do ensino fundamental, total do Brasil, incluindo redes pública e privada. A escala vai de 0 a 10; uma alta significa avanço no indicador composto. Não mede todas as dimensões da qualidade educacional.
Dados no gráfico: 2005–2025. Último valor: 5,3 índice 0–10 (2025).
Criado em 2007, com resultados retrospectivos desde 2005. Divulgação bienal: apenas anos com observação têm pontos; os traços entre eles são guias de leitura, não valores calculados para os anos intermediários. Em 2021, pandemia, participação nas avaliações e políticas de aprovação exigem cuidado na comparação. As três etapas são mantidas separadas. Dados 2005–2023: quadro-resumo oficial do Inep; 2025: divulgação oficial de agosto de 2026.
Fonte: Inep · Saeb/Censo Escolar · Histórico 2005–2023 · Resultados de 2025
O Ideb combina desempenho dos estudantes em português e matemática no Saeb com as taxas de aprovação do Censo Escolar. Esta linha mostra ensino médio, total do Brasil, incluindo redes pública e privada. A escala vai de 0 a 10; uma alta significa avanço no indicador composto. Não mede todas as dimensões da qualidade educacional.
Dados no gráfico: 2005–2025. Último valor: 4,5 índice 0–10 (2025).
Criado em 2007, com resultados retrospectivos desde 2005. Divulgação bienal: apenas anos com observação têm pontos; os traços entre eles são guias de leitura, não valores calculados para os anos intermediários. Em 2021, pandemia, participação nas avaliações e políticas de aprovação exigem cuidado na comparação. As três etapas são mantidas separadas. Dados 2005–2023: quadro-resumo oficial do Inep; 2025: divulgação oficial de agosto de 2026.
Fonte: Inep · Saeb/Censo Escolar · Histórico 2005–2023 · Resultados de 2025
TL;DR: homicídios mostram violência letal; roubos totais mostram assaltos registrados em diferentes modalidades. Essas duas linhas complementam a leitura da segurança, mas não formam um índice de toda a criminalidade.
Por que ter cuidado: registros dependem do crime, da denúncia, da classificação e da cobertura dos sistemas. Menos boletins pode significar menos ocorrências ou menos notificações. Roubos podem cair enquanto furtos ou golpes crescem.
Cálculo: a única série extra é o total de roubos do FBSP, dividido pela população anual do IBGE e multiplicado por 100.000. Todas as taxas de roubos usam a mesma revisão populacional de 2024. Homicídios mantêm a série UNODC e sua própria metodologia; não somamos as duas taxas.
Uma medida mais próxima da experiência das pessoas: pesquisas de vitimização perguntam diretamente à população sobre crimes sofridos, inclusive os não denunciados. O IBGE publicou um módulo de furtos e roubos da PNAD Contínua em 2021. Ele ajuda a entender a subnotificação, mas não oferece uma sequência anual comparável para substituir esta linha de 2018–2025.
IBGE · vitimização por furtos e roubos, 2021 · Definição, cálculo e fontes dos roubos
TL;DR: uma visão mais ampla dos assaltos registrados, além de veículos, ajustada pelo tamanho da população. Uma queda não significa que todos os crimes diminuíram.
Ocorrências de roubo registradas no Brasil, por 100 mil habitantes. Abrange o total de roubos informado pelos estados, dentro do art. 157 do Código Penal, incluindo roubos a pessoas, residências, comércio, veículos e outras modalidades. Roubo envolve violência ou grave ameaça; furto, sem violência ou ameaça, e estelionato são categorias diferentes e não entram nesta linha. É uma medida ampla de roubos registrados, não de toda a criminalidade.
Inclui o total de roubos informado pelos estados, não apenas um objeto ou local específico. Não inclui furtos, golpes digitais, outros estelionatos nem crimes contra a pessoa sem roubo. A subnotificação impede interpretar a taxa como a probabilidade real de ser vítima.
Recorte 2018–2025. Contagens de 2018–2023: Anuário FBSP 2025, gráfico 36, página 107. Contagens de 2024–2025: Anuário FBSP 2026, tabela 15, página 102, com 2024 revisado. A taxa é calculada neste painel como registros ÷ população do respectivo ano × 100.000, usando a revisão 2024 das Projeções da População do IBGE para todos os anos, Brasil, ambos os sexos e todas as idades. Assim, não se misturam denominadores de edições antigas; taxas podem diferir das impressas nos anuários. Valores são arredondados a duas casas. Contagens históricas podem ser revistas entre edições; registros dependem de denúncia, classificação e cobertura. O total publicado é usado diretamente: não somamos modalidades, pois elas podem sobrepor ocorrências. Anos anteriores a 2018 ficam sem ponto; não há extrapolação.
Limites dos registros e pesquisas de vitimização · Revisão populacional e seu impacto na taxa
FBSP 2025 · histórico 2018–2023 · FBSP 2026 · total de roubos 2024–2025 · IBGE · população, revisão 2024
TL;DR: avalia competências de estudantes na faixa dos 15 anos; complementa o Ideb, que combina aprendizagem e aprovação. O PISA não é uma nota de 0 a 10 nem a porcentagem de acertos.
Como ler: são médias estimadas para a população escolar elegível, em escalas internacionais. A amostra, os itens e a incerteza importam. Pequenas diferenças entre edições não demonstram automaticamente melhora ou piora; os traços entre pontos não são medições anuais.
Mudanças: computador em 2015; aplicação adaptativa por blocos em leitura em 2018, matemática em 2022 e ciências em 2025. O teste encaminha blocos conforme o desempenho e melhora a precisão, especialmente nos extremos. Itens comuns entre ciclos ajudam a manter a ligação das escalas; compare resultados oficiais com suas ressalvas.
Inep: população avaliada, desenho e comparabilidade · Tabela histórica oficial 2000–2025
Média de proficiência do Brasil em matemática no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA), coordenado pela OCDE. Mede competências de estudantes na faixa dos 15 anos, matriculados a partir do 7º ano; não abrange todos os jovens nem é o Ideb. Maior pontuação representa maior desempenho nesta escala. As três áreas ficam separadas.
Cobertura: 2003–2025. Último valor: 376.77 pontos de proficiência (2025).
Fonte única para os pontos: apresentação Inep/OCDE PISA 2025, página 3, publicada em setembro de 2026. Só há pontos nas edições avaliadas; linhas tracejadas são guias, sem estimar anos intermediários. Recorte histórico usado pela fonte: matemática desde 2003 e ciências desde 2006. A mudança para computador em 2015 e testes adaptativos em leitura (2018), matemática (2022) e ciências (2025) têm notas na linha do tempo. Diferenças pequenas podem estar dentro da incerteza estatística; as linhas não mostram intervalos de confiança. Barras mostram IC pontual aproximado de 95% (média ± 1,96 × erro-padrão). A comparação entre ciclos exige o erro da diferença, incluindo ligação entre escalas; sobreposição de barras não é um teste. Nas tabelas da OCDE, nenhuma diferença brasileira de 2022 para 2025 é significativa a 5% nos três domínios.
OCDE · PISA, apresentação Inep 2025 · Extração 05/10/2026.
Média de proficiência do Brasil em leitura no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA), coordenado pela OCDE. Mede competências de estudantes na faixa dos 15 anos, matriculados a partir do 7º ano; não abrange todos os jovens nem é o Ideb. Maior pontuação representa maior desempenho nesta escala. As três áreas ficam separadas.
Cobertura: 2003–2025. Último valor: 408.01 pontos de proficiência (2025).
Fonte única para os pontos: apresentação Inep/OCDE PISA 2025, página 3, publicada em setembro de 2026. Só há pontos nas edições avaliadas; linhas tracejadas são guias, sem estimar anos intermediários. Recorte histórico usado pela fonte: matemática desde 2003 e ciências desde 2006. A mudança para computador em 2015 e testes adaptativos em leitura (2018), matemática (2022) e ciências (2025) têm notas na linha do tempo. Diferenças pequenas podem estar dentro da incerteza estatística; as linhas não mostram intervalos de confiança. Barras mostram IC pontual aproximado de 95% (média ± 1,96 × erro-padrão). A comparação entre ciclos exige o erro da diferença, incluindo ligação entre escalas; sobreposição de barras não é um teste. Nas tabelas da OCDE, nenhuma diferença brasileira de 2022 para 2025 é significativa a 5% nos três domínios.
OCDE · PISA, apresentação Inep 2025 · Extração 05/10/2026.
Média de proficiência do Brasil em ciências no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA), coordenado pela OCDE. Mede competências de estudantes na faixa dos 15 anos, matriculados a partir do 7º ano; não abrange todos os jovens nem é o Ideb. Maior pontuação representa maior desempenho nesta escala. As três áreas ficam separadas.
Cobertura: 2006–2025. Último valor: 408.54 pontos de proficiência (2025).
Fonte única para os pontos: apresentação Inep/OCDE PISA 2025, página 3, publicada em setembro de 2026. Só há pontos nas edições avaliadas; linhas tracejadas são guias, sem estimar anos intermediários. Recorte histórico usado pela fonte: matemática desde 2003 e ciências desde 2006. A mudança para computador em 2015 e testes adaptativos em leitura (2018), matemática (2022) e ciências (2025) têm notas na linha do tempo. Diferenças pequenas podem estar dentro da incerteza estatística; as linhas não mostram intervalos de confiança. Barras mostram IC pontual aproximado de 95% (média ± 1,96 × erro-padrão). A comparação entre ciclos exige o erro da diferença, incluindo ligação entre escalas; sobreposição de barras não é um teste. Nas tabelas da OCDE, nenhuma diferença brasileira de 2022 para 2025 é significativa a 5% nos três domínios.
OCDE · PISA, apresentação Inep 2025 · Extração 05/10/2026.
Força de trabalho ÷ população de 14 anos ou mais. Mede a entrada e permanência no mercado; uma queda pode reduzir o desemprego sem criar ocupações.
Cobertura: 2012–2025. Último valor: 62.23 % (2025).
Média aritmética dos quatro trimestres não sobrepostos de cada ano, calculada neste painel; não é a estimativa anual oficial ponderada. Só anos com quatro observações. População de 14 anos ou mais. Revisões da PNAD Contínua podem recalcular o histórico. Tabela 6461, variável 4096, Brasil.
IBGE · PNAD Contínua / SIDRA · Extração 05/10/2026.
Pessoas ocupadas ÷ população de 14 anos ou mais. Inclui ocupação informal; não equivale a emprego com proteção social.
Cobertura: 2012–2025. Último valor: 58.55 % (2025).
Média aritmética dos quatro trimestres não sobrepostos de cada ano, calculada neste painel; não é a estimativa anual oficial ponderada. Só anos com quatro observações. População de 14 anos ou mais. Revisões da PNAD Contínua podem recalcular o histórico. Tabela 6466, variável 4097, Brasil.
IBGE · PNAD Contínua / SIDRA · Extração 05/10/2026.
Desocupados, subocupados por insuficiência de horas e força de trabalho potencial ÷ força de trabalho ampliada. Inclui o desalento, sem confundi-lo com toda a subutilização.
Cobertura: 2012–2025. Último valor: 14.40 % (2025).
Média aritmética dos quatro trimestres não sobrepostos de cada ano, calculada neste painel; não é a estimativa anual oficial ponderada. Só anos com quatro observações. População de 14 anos ou mais. Revisões da PNAD Contínua podem recalcular o histórico. Tabela 6485, variável 4118, Brasil.
IBGE · PNAD Contínua / SIDRA · Extração 05/10/2026.
Trabalhadores informais ÷ população ocupada. Inclui empregados e domésticos sem carteira, conta própria e empregadores sem CNPJ e trabalhadores familiares auxiliares.
Cobertura: 2016–2025. Último valor: 37.80 % (2025).
Média aritmética dos quatro trimestres não sobrepostos de cada ano, calculada neste painel; não é a estimativa anual oficial ponderada. Só anos com quatro observações. População de 14 anos ou mais. Revisões da PNAD Contínua podem recalcular o histórico. Tabela 8529, variável 12466, Brasil.
IBGE · PNAD Contínua / SIDRA · Extração 05/10/2026.
Mediana da renda domiciliar por pessoa: limite do percentil 50. Metade da população está abaixo desse valor; não é a renda mediana do trabalho.
Cobertura: 2012–2025. Último valor: 1490.00 R$ de 2025 / mês (2025).
Brasil, preços médios de 2025. SIDRA 7526, variável 10838; categoria P50 (49264). Série única da PNAD Contínua desde 2012, sem emenda com a antiga PNAD.
IBGE · PNAD Contínua / SIDRA · Extração 05/10/2026.
Média da renda domiciliar por pessoa dos 40% com menores rendimentos. O grupo é redefinido a cada ano; não acompanha as mesmas pessoas.
Cobertura: 2012–2025. Último valor: 663.00 R$ de 2025 / mês (2025).
Brasil, preços médios de 2025. SIDRA 7534, variável 10816; categoria Até P40 (49275). Série única da PNAD Contínua desde 2012, sem emenda com a antiga PNAD.
IBGE · PNAD Contínua / SIDRA · Extração 05/10/2026.
Domicílios com algum grau de insegurança alimentar pela EBIA. Inclui os graus leve, moderado e grave; não equivale a fome ou apenas ao grau grave.
Cobertura: 2023–2024. Último valor: 24.20 % dos domicílios (2024).
SIDRA 9552, variável 9784, total de domicílios, categoria 109099. Série PNAD Contínua 2023–2024; não se cola à POF ou à antiga PNAD. Denominador: domicílios, não pessoas.
IBGE · PNAD Contínua / SIDRA · Extração 05/10/2026.
Taxa ajustada de frequência escolar líquida: jovens de 15 a 17 anos que frequentam o ensino médio ou já o concluíram. Seu complemento não é a taxa de jovens fora da escola.
Cobertura: 2016–2025. Último valor: 80.60 % dos jovens (2025).
SIDRA 7141, variável 10282, sexo total, grupo 47818. Sem resultados de 2020–2021 nesta série.
IBGE · PNAD Contínua / SIDRA · Extração 05/10/2026.
Pessoas de 25 anos ou mais que concluíram pelo menos o ensino médio. É o estoque de escolaridade dos adultos; não é taxa de conclusão de uma coorte.
Cobertura: 2016–2025. Último valor: 57.40 % das pessoas de 25+ (2025).
SIDRA 7189, variável 10270. Soma das categorias médio completo, superior incompleto e superior completo, sexo total. Sem 2020–2021.
IBGE · PNAD Contínua / SIDRA · Extração 05/10/2026.
Produto interno bruto real dividido pela população. Mede produção média, não renda disponível de cada morador nem sua distribuição.
Cobertura: 2002–2025. Último valor: 9748.00 US$ constantes de 2015 (2025).
Série WDI em dólares constantes de 2015. Não é dólar corrente nem dólar PPA. Variação acumulada calculada entre os níveis observados. Extração de 05/10/2026.
Banco Mundial · WDI · Extração 05/10/2026.
Déficit médio de renda em relação à linha de US$ 8,30 por pessoa/dia, PPA 2021, dividido pela linha e calculado sobre toda a população. Quem está acima contribui com zero.
Cobertura: 2002–2024. Último valor: 7.50 % da linha de pobreza (2024).
Complementa a incidência: mede profundidade da pobreza. Não é o déficit médio apenas entre os pobres. Usa a mesma linha de pobreza e PPA do indicador de incidência. Extração de 05/10/2026.
Banco Mundial · WDI · Extração 05/10/2026.
Probabilidade de morrer antes de completar um ano, expressa por mil nascidos vivos. Uma queda indica melhora na sobrevivência infantil.
Cobertura: 2002–2024. Último valor: 12.30 por mil nascidos vivos (2024).
Estimativa harmonizada UN IGME / Banco Mundial; não é contagem bruta de óbitos e pode ser revisada. Extração de 05/10/2026.
Banco Mundial · WDI · Extração 05/10/2026.
População que utiliza instalações sanitárias melhoradas, não compartilhadas com outros domicílios, com excretas tratadas ou dispostas com segurança.
Cobertura: 2002–2024. Último valor: 54.96 % da população (2024).
Estimativas OMS/UNICEF JMP publicadas no WDI. O conceito é mais restrito que acesso à rede de esgoto; não se substitui por cobertura de rede. Extração de 05/10/2026.
Banco Mundial · WDI · Extração 05/10/2026.
Índice de cobertura 3 da OCDE: população de 15 anos representada pela amostra, em relação ao total nacional de 15 anos. Não é taxa de resposta dos alunos.
Cobertura: 2003–2025. Último valor: 75.71 % dos jovens de 15 anos (2025).
PISA avalia estudantes de 15 anos matriculados no 7º ano ou acima. Jovens fora da escola e outros excluídos não estão todos representados. Em 2025 a cobertura foi 75,7%; mudanças de cobertura afetam a leitura de tendências. Tabela I.A2.1.
OCDE · PISA 2025 · Extração 05/10/2026.
Componente N: média padronizada das notas de português e matemática no Saeb.
Cobertura: 2005–2025. Último valor: 6.39 índice 0–10 (2025).
Ideb = N × P. Uma alta de aprovação pode elevar o Ideb sem alta equivalente de aprendizagem. Brasil, redes pública e privada; divulgação bienal 2005–2025. Em 2021, pandemia e políticas de aprovação exigem cautela.
Inep · Saeb / Censo Escolar · Extração 05/10/2026.
Componente P: indicador de rendimento calculado a partir das taxas de aprovação. Não é a taxa simples de aprovação nem conclusão escolar.
Cobertura: 2005–2025. Último valor: 0.98 índice 0–1 (2025).
Ideb = N × P. Uma alta de aprovação pode elevar o Ideb sem alta equivalente de aprendizagem. Brasil, redes pública e privada; divulgação bienal 2005–2025. Em 2021, pandemia e políticas de aprovação exigem cautela.
Inep · Saeb / Censo Escolar · Extração 05/10/2026.
Componente N: média padronizada das notas de português e matemática no Saeb.
Cobertura: 2005–2025. Último valor: 5.47 índice 0–10 (2025).
Ideb = N × P. Uma alta de aprovação pode elevar o Ideb sem alta equivalente de aprendizagem. Brasil, redes pública e privada; divulgação bienal 2005–2025. Em 2021, pandemia e políticas de aprovação exigem cautela.
Inep · Saeb / Censo Escolar · Extração 05/10/2026.
Componente P: indicador de rendimento calculado a partir das taxas de aprovação. Não é a taxa simples de aprovação nem conclusão escolar.
Cobertura: 2005–2025. Último valor: 0.96 índice 0–1 (2025).
Ideb = N × P. Uma alta de aprovação pode elevar o Ideb sem alta equivalente de aprendizagem. Brasil, redes pública e privada; divulgação bienal 2005–2025. Em 2021, pandemia e políticas de aprovação exigem cautela.
Inep · Saeb / Censo Escolar · Extração 05/10/2026.
Componente N: média padronizada das notas de português e matemática no Saeb.
Cobertura: 2005–2025. Último valor: 4.79 índice 0–10 (2025).
Ideb = N × P. Uma alta de aprovação pode elevar o Ideb sem alta equivalente de aprendizagem. Brasil, redes pública e privada; divulgação bienal 2005–2025. Em 2021, pandemia e políticas de aprovação exigem cautela.
Inep · Saeb / Censo Escolar · Extração 05/10/2026.
Componente P: indicador de rendimento calculado a partir das taxas de aprovação. Não é a taxa simples de aprovação nem conclusão escolar.
Cobertura: 2005–2025. Último valor: 0.95 índice 0–1 (2025).
Ideb = N × P. Uma alta de aprovação pode elevar o Ideb sem alta equivalente de aprendizagem. Brasil, redes pública e privada; divulgação bienal 2005–2025. Em 2021, pandemia e políticas de aprovação exigem cautela.
Inep · Saeb / Censo Escolar · Extração 05/10/2026.
Variação real acumulada em relação a 2002, calculada como (nível atual ÷ nível inicial − 1) × 100.
Cobertura: 2002–2025. Último valor: 40.37 % (2025).
Derivado da série de níveis apresentada neste painel. Não soma taxas anuais. O ano-base é fixo e aparece no nome; não representa efeito causal de governo.
Banco Mundial · WDI · Extração 05/10/2026.
Variação real acumulada em relação a 2012, calculada como (nível atual ÷ nível inicial − 1) × 100.
Cobertura: 2012–2025. Último valor: 42.27 % (2025).
Derivado da série de níveis apresentada neste painel. Não soma taxas anuais. O ano-base é fixo e aparece no nome; não representa efeito causal de governo.
IBGE · PNAD Contínua / SIDRA · Extração 05/10/2026.