As faixas identificam os mandatos e o exercício da Presidência. Passe o cursor, focalize ou toque em um nome para ver o período. Os pontos anuais ficam no centro de cada ano; as transições usam as datas dentro do ano.
| Presidente | Período | Recorte e transição |
|---|---|---|
| Fernando Henrique Cardoso · 2º mandato | 1999–2002 | O gráfico mostra apenas 2002 do segundo mandato. |
| Luiz Inácio Lula da Silva · 1º mandato | 2003–2006 | Primeiro mandato. |
| Luiz Inácio Lula da Silva · 2º mandato | 2007–2010 | Segundo mandato. |
| Dilma Rousseff · 1º mandato | 2011–2014 | Primeiro mandato. |
| Dilma Rousseff · 2º mandato | 01/01/2015–31/08/2016 | A faixa de exercício termina em 12/05/2016, quando houve o afastamento; o mandato terminou formalmente em 31/08/2016. |
| Michel Temer | 12/05/2016–31/12/2018 | Interino de 12/05/2016 a 31/08/2016 (trecho hachurado); presidente em definitivo desde 31/08/2016. |
| Jair Bolsonaro | 2019–2022 | Mandato iniciado em 01/01/2019. |
| Luiz Inácio Lula da Silva · 3º mandato | Desde 01/01/2023 · recorte até 31/12/2025 | A faixa foi limitada ao fim dos dados, 2025; essa borda não representa o fim do mandato. |
Temer assumiu interinamente em 12/05/2016 e em definitivo em 31/08/2016. O hachurado marca a interinidade. As faixas mostram quem exercia a Presidência; não incluem substituições breves durante viagens.
Fontes: cronologia institucional · Câmara: transição de 2016 · Senado: posse de 2023.
Extração em 05/10/2026; recorte 2002–2025. Ausências ficam vazias. Valores de instituições diferentes podem usar definições e revisões distintas.
| Indicador | Período observado | Fonte |
|---|---|---|
| Pobreza | 2002–2024 | Banco Mundial · WDI/PIP |
| Extrema pobreza | 2002–2024 | Banco Mundial · WDI/PIP |
| Renda domiciliar por pessoa | 2012–2025 | IBGE · PNAD Contínua/SIDRA |
| Expectativa de vida | 2002–2024 | Banco Mundial · fontes ONU/nacionais |
| Homicídios intencionais | 2002–2023 | UNODC · via Banco Mundial |
| Ideb · anos iniciais | 2005–2025 · bienal | Inep · Saeb/Censo Escolar |
| Ideb · anos finais | 2005–2025 · bienal | Inep · Saeb/Censo Escolar |
| Ideb · ensino médio | 2005–2025 · bienal | Inep · Saeb/Censo Escolar |
| Furtos de veículos | 2020–2025 | MJSP · Sinesp · Mapa 2026 |
| Roubos de veículos | 2020–2025 | MJSP · Sinesp · Mapa 2026 |
| Estupro · registros Sinesp | 2020–2025 | MJSP · Sinesp · Mapa 2026 |
| Estupro de vulnerável | 2020–2023 · 2024–2025 omitidos por cobertura incompleta | MJSP · Sinesp · Mapa 2026 |
| PISA · matemática | 2003–2025 · edições avaliadas | OCDE · PISA, apresentação Inep 2025 |
| PISA · leitura | 2003–2025 · edições avaliadas | OCDE · PISA, apresentação Inep 2025 |
| PISA · ciências | 2006–2025 · edições avaliadas | OCDE · PISA, apresentação Inep 2025 |
Os asteriscos coloridos indicam mudanças das fontes. No celular, abra “Marcos metodológicos” abaixo do gráfico para acessar cada ano; no computador, os marcos aparecem junto ao eixo temporal. Abra uma nota abaixo e siga os links para o trecho exato da explicação. As datas de publicação das revisões não são quebras automáticas em séries retropoladas ou encadeadas.
PISA · TL;DR: Ciências passa a ter o recorte histórico de comparação usado nesta fonte.
Impacto na medição: A linha de ciências começa em 2006 no quadro oficial. Isso delimita a série apresentada, sem converter médias de matrizes anteriores em pontos equivalentes. Explicação e fontes →
IPCA · julho: A POF 2002–2003 substituiu a estrutura anterior: cada item passou a contribuir conforme seu novo peso no orçamento das famílias. A mesma alta de preços de um produto pode contribuir mais ou menos para o índice agregado. A série é encadeada, sem reiniciar a inflação acumulada.
BIS · março: O índice amplo passou a combinar mais parceiros comerciais, com pesos que variam no tempo. A cotação e a inflação relativa de cada parceiro entram conforme esses pesos. O histórico divulgado desde 1994 permite comparar dentro da mesma versão da série.
A estrutura baseada na POF 2002–2003 entrou em vigor em julho de 2006. Em março, o BIS publicou os novos índices amplos e pesos variáveis no tempo, com dados históricos desde 1994.
PIB · março: A referência 2000 e novas fontes alteraram as estimativas de produção, valor adicionado e crescimento. Os anos anteriores foram recalculados: compare uma única versão revisada, sem colar níveis de publicações antigas.
Ideb: O índice combina a nota padronizada do Saeb com o indicador de rendimento baseado nas taxas de aprovação. Melhor desempenho ou maior aprovação elevam o resultado. A criação em 2007 trouxe resultados retrospectivos de 2005; não foi uma quebra em uma série anterior de Ideb.
Ideb criado em 2007, com resultados retrospectivos desde 2005.
Ideb · anos iniciais · Ideb · anos finais · Ideb · ensino médio
A revisão das Contas Nacionais publicada em março de 2007 alterou fontes e valores históricos.
Trabalho, renda e desigualdade · janeiro: Na desocupação, a razão continua sendo pessoas desocupadas ÷ força de trabalho. Mas a PNAD Contínua mudou a abrangência, a amostra e a coleta em relação à PME de seis regiões metropolitanas, mudando quem pode entrar no numerador e no denominador. Não há um fator único para converter a PME em PNAD Contínua.
Séries deste gráfico: As rendas comparáveis começam em 2012. Gini e pobreza anteriores dependem de outras pesquisas ou harmonização internacional; 2012 marca o início da PNAD Contínua, não prova que toda fonte usada neste gráfico mudou exatamente naquele ano. A linha longa de desemprego é harmonizada, não uma única pesquisa IBGE invariável.
IPCA · janeiro: A POF 2008–2009 atualizou a importância relativa dos produtos e serviços. O método geral permaneceu, com encadeamento do índice: mudou quanto cada preço pesa, sem uma ruptura equivalente à troca de pesquisa de trabalho.
A renda domiciliar começa com a PNAD Contínua em 2012. Para pobreza, a série internacional harmonizada também exige atenção às diferenças entre pesquisas brasileiras.
Renda domiciliar por pessoa · Pobreza e comparabilidade
A PNAD Contínua começou em janeiro. As pesquisas anteriores têm outra abrangência e outros conceitos; a PME continuou até 2016. O IPCA também recebeu novos pesos, com série encadeada.
PISA · TL;DR: O modo de aplicação passou para computador.
Impacto na medição: Novos formatos de tarefas digitais mudam como as competências são observadas. A ligação entre ciclos usa procedimentos e itens de tendência; não é correto atribuir toda diferença de pontuação ao computador. Explicação e fontes →
PIB · março: A referência 2010 incorporou o SNA 2008, a CNAE 2.0 e novas fontes e procedimentos. Mudanças como o tratamento de pesquisa e desenvolvimento como investimento podem alterar o nível do PIB e seus componentes; as novas informações também podem revisar taxas de crescimento.
Comparação: A retropolação aplica a nova metodologia aos anos anteriores. A data de publicação não representa um salto econômico em 2015: use a série revisada inteira. Indicadores em % do PIB também podem mudar quando o denominador é revisto, mesmo com o numerador fiscal igual.
A revisão publicada em março incorporou novas fontes, classificações e o SNA 2008. Os anos anteriores foram recalculados.
Desemprego · março: A publicação final da PME refere-se a fevereiro de 2016. O fim da pesquisa antiga encerra aquela fonte, sem alterar a razão de desocupação da PNAD Contínua ou tornar os dois universos equivalentes.
Comparação: Trate as duas pesquisas separadamente. Um movimento entre o último ponto da PME e um ponto da PNAD pode refletir diferenças de cobertura e conceitos, além da conjuntura.
A PME foi encerrada em março. Esta data marca o fim da pesquisa antiga, sem transformar a PME e a PNAD Contínua em uma única série homogênea.
PISA · TL;DR: A prova de leitura passou a escolher blocos conforme o desempenho.
Impacto na medição: A escolha de blocos se adapta ao estudante, buscando medir com mais precisão. A escala continua ligada entre ciclos; o resultado não é uma média simples da porcentagem de acertos. Explicação e fontes →
Renda e Gini · julho: A revisão do tratamento dos rendimentos, incluindo valores atípicos, alterou microdados e estimativas. Corrigir rendas individuais pode mudar a média e a distribuição usada no Gini; não foi uma nova fórmula matemática do Gini. Use os microdados ou resultados revisados em todo o período.
BIS · abril: A exclusão da moeda venezuelana alterou a composição e os pesos relativos da cesta ampla. O índice combina moedas e preços relativos ponderados pelo comércio; revise o histórico da mesma fonte, sem juntar versões diferentes.
O IBGE revisou a metodologia e os microdados de rendimentos em julho; indicadores de renda e desigualdade podem diferir de publicações anteriores. Em abril, o BIS excluiu a moeda venezuelana da cesta ampla.
IPCA · janeiro: A POF 2017–2018 atualizou produtos, serviços e pesos. As variações de preços continuam agregadas conforme a participação no consumo. A série encadeada preserva a comparação histórica, embora um mesmo choque de preços tenha contribuição diferente sob os novos pesos.
Trabalho e renda · pandemia: A passagem da entrevista presencial para o telefone alterou as condições de contato e resposta. A fórmula da desocupação não mudou; mudanças em quem respondeu podem afetar as estimativas e a comparabilidade. O marco é de coleta, não uma justificativa para atribuir toda variação à metodologia.
O IPCA passou a usar a POF 2017–2018 em janeiro. Durante a pandemia, a coleta da PNAD Contínua passou a ser remota, com efeitos sobre as condições de resposta e comparação.
Segurança · TL;DR: A Resolução ConSinesp nº 6, de novembro de 2021, padroniza o envio dos indicadores. Impacto: harmonizar classificações e consolidar o que os estados enviam altera a consistência do registro; não mede automaticamente a criminalidade não denunciada e não permite atribuir toda variação a uma mudança de fórmula. Explicação e fonte →
PNAD · novembro: Os fatores de expansão determinam quantas pessoas da população cada entrevistado representa. Na média ponderada, somam-se peso × renda e divide-se pela soma dos pesos; totais, taxas de desocupação e Gini também dependem desses pesos. A recalibração revisou o histórico sem redefinir o que significa estar desocupado.
Ideb · edição 2021: O Ideb continua combinando desempenho e aprovação. Políticas excepcionais de aprovação podem elevar o componente de rendimento mesmo sem melhora na aprendizagem. Participação e condições de avaliação também exigem atenção. Este é um alerta de contexto e comparabilidade, não uma afirmação de mudança da fórmula.
Renda domiciliar: calibração da PNAD. Ideb: o contexto da pandemia e as políticas de aprovação exigem cuidado na comparação.
Renda domiciliar por pessoa · Ideb · anos iniciais · Ideb · anos finais · Ideb · ensino médio
A revisão dos fatores de expansão em novembro reponderou a série histórica de trabalho, renda e desigualdade.
PISA · TL;DR: A prova de matemática passou a usar blocos adaptativos.
Impacto na medição: Mudou o percurso de itens, sobretudo a precisão nos extremos da escala. Itens comuns e controles de aplicação sustentam a comparação. A pandemia adiou o ciclo previsto para 2021 até 2022. Explicação e fontes →
Câmbio real efetivo: Mais economias alteram a composição da cesta e a distribuição dos pesos comerciais. O índice combina taxas de câmbio com preços relativos: a valorização de uma moeda parceira pesa conforme sua importância comercial.
Comparação: A ampliação foi gradual; 2023 identifica a cobertura alcançada, não uma única ruptura instantânea. Use a série histórica da mesma versão. A base 2020 = 100 apenas muda a escala numérica; não significa equilíbrio cambial nem uma nova fórmula em 2020.
A expansão gradual dos índices amplos alcançou 64 economias até 2023.
Segurança · TL;DR: Estupro de vulnerável: faltam ES, MS, RJ e RO no total publicado. Impacto no cálculo: somar apenas estados que enviaram dados reduz a cobertura do numerador. Este gráfico deixa 2024 vazio, em vez de interpretar o total parcial como queda nacional. Explicação e fonte →
Risco-país: A descontinuação em meados de 2024 não é uma simples atualização de pesos para manter a mesma série. Outros índices de títulos ou CDS usam universos e métodos diferentes; não podem ser unidos automaticamente ao EMBI+.
Limite neste gráfico: Os valores originais de 2024–2025 estão preservados, mas não certificados como continuação do EMBI+. Não interprete a variação final como evidência confirmada da mesma métrica até conferir sua procedência.
O EMBI+ foi descontinuado em meados de 2024. Os valores de 2024–2025 deste arquivo exigem confirmação da fonte e não estão certificados como continuação da mesma métrica.
PISA · TL;DR: A prova de ciências passou a usar blocos adaptativos.
Impacto na medição: Mudaram o percurso do teste e a matriz de avaliação. A ligação entre ciclos mantém a interpretação das escalas; diferenças pequenas exigem atenção à incerteza. Os pontos de 2025 foram publicados em setembro de 2026. Explicação e fontes →
Segurança · TL;DR: Estupro de vulnerável: faltam dados do Rio de Janeiro. Impacto no cálculo: o total publicado exclui esse estado. A cobertura também difere de 2024; os dois totais parciais não são uma comparação nacional consistente. O ponto de 2025 fica vazio. Explicação e fonte →
PNAD · julho: As projeções baseadas no Censo 2022 mudaram os fatores de expansão da amostra. Pessoas entrevistadas passam a representar quantidades diferentes da população; por isso desemprego, rendas e Gini históricos podem mudar. O conceito de desocupação e a fórmula do Gini permanecem.
Pobreza · junho: A referência de preços passou para PPA 2021 e as linhas internacionais de US$ 2,15/6,85 (PPA 2017) para US$ 3,00/8,30. Muda a classificação de quem fica abaixo da linha e o histórico foi revisto. Uma diferença entre publicações não é, por si só, mudança real da pobreza.
Comparação: Todas as observações de pobreza aqui usam as linhas atuais. Compare estimativas da mesma versão e base de preços; renda real em reais também exige um deflator e ano de referência comuns.
Renda domiciliar: reponderação da PNAD. Pobreza: novas linhas em PPA 2021 publicadas em junho de 2025, com revisão histórica.
Renda domiciliar por pessoa · Pobreza · Extrema pobreza
Novas projeções populacionais, incorporando o Censo 2022, foram usadas para reponderar a série histórica da PNAD Contínua.
Atenção a 2012: as pesquisas de trabalho e renda têm amostras e conceitos diferentes. A PNAD Contínua começou nesse ano; a PME continuou até 2016. IPCA encadeado e PIB retropolado preservam a comparação histórica de forma distinta. Nas linhas harmonizadas OIT/World Bank, consulte também a documentação da série.
Uma revisão dos pesos pode alterar valores passados sem mudar a definição do indicador. Os marcos abaixo documentam as fontes; não certificam que todos os pontos deste arquivo já incorporam a última revisão.
Abra cada indicador para ver o que ele mede, como interpretar o valor, quando o método mudou e o impacto na comparação histórica. Os exemplos são ilustrativos.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo mede a variação dos preços de uma cesta de produtos e serviços consumidos pelas famílias. É o índice oficial de inflação do Brasil e abrange famílias com renda de 1 a 40 salários mínimos nas áreas urbanas pesquisadas.
O IBGE compara preços e pondera os itens pela participação nas despesas das famílias, estimada pela Pesquisa de Orçamentos Familiares. Alimentação, transporte e moradia, por exemplo, têm pesos diferentes.
IPCA anual = [(índice de dezembro ÷ índice de dezembro do ano anterior) − 1] × 100
Exemplo: inflação de 5% transforma uma cesta de R$ 100 em uma de R$ 105. Uma queda da inflação de 5% para 3% significa que os preços continuam subindo, a um ritmo menor. Inflação negativa indica queda média de preços.
Como ler o gráfico: a linha mostra o acumulado de cada ano. Sua inflação pessoal pode diferir do IPCA porque sua cesta de compras é diferente da média.
IBGE: o que é inflação e como o IPCA é calculado.
| Quando | O que mudou | Impacto na comparação |
|---|---|---|
| Jul./2006 | Pesos atualizados pela POF 2002–2003, substituindo a estrutura baseada na POF 1995–1996. IBGE | Atualiza a importância de cada gasto das famílias; também houve aperfeiçoamentos específicos de métodos e conceitos. |
| Jan./2012 | Nova estrutura de pesos baseada na POF 2008–2009. IBGE | O método geral foi mantido. Os resultados foram encadeados para permitir comparação histórica. |
| Jan./2020 | Nova cesta e ponderação baseada na POF 2017–2018. IBGE | Representa novos hábitos de consumo. A mudança de pesos preserva a concepção geral do índice; não equivale à troca de pesquisa do desemprego. |
Na PNAD Contínua do IBGE, uma pessoa desocupada tem 14 anos ou mais, está sem trabalho, está disponível para trabalhar e procura uma ocupação. A taxa considera a força de trabalho: pessoas ocupadas e desocupadas.
Taxa de desocupação = desocupados ÷ (ocupados + desocupados) × 100
Exemplo ilustrativo: 94 pessoas ocupadas e 6 desocupadas formam uma força de trabalho de 100 pessoas. A taxa é 6%.
Incluem empregados, autônomos e empreendedores, inclusive quem trabalha na informalidade.
Quem se dedica apenas aos estudos ou aos cuidados da casa e não procura trabalho fica fora do cálculo.
Querem trabalhar e estão disponíveis, mas desistiram de procurar por dificuldades no mercado. Ficam fora da taxa de desemprego; o desalento é medido separadamente.
Receber Bolsa Família, BPC ou seguro-desemprego não determina a classificação: ela depende da situação de trabalho e de procura por ocupação.
Leia a explicação completa do IBGE sobre desemprego.
Procura por trabalho: a pesquisa considera a busca efetiva nos 30 dias anteriores e a disponibilidade na semana de referência. Também contempla quem já conseguiu trabalho com início previsto em menos de quatro meses após essa semana. Definição técnica do IBGE.
Sobre este gráfico: a definição acima descreve a PNAD Contínua. A linha histórica de desemprego de 2002–2025 usa uma série harmonizada OIT/World Bank; a PNAD Contínua nacional começa em 2012.
| Quando | O que mudou | Impacto na comparação |
|---|---|---|
| Jan./2012 | Implantação nacional definitiva da PNAD Contínua, com amostra e metodologia próprias. IBGE | Comparabilidade exige cuidado: a PME cobria seis regiões metropolitanas. Suas taxas não formam, por simples junção, uma série nacional homogênea com a PNAD Contínua. |
| Mar./2016 | Encerramento da PME, com divulgação final referente a fevereiro de 2016. IBGE | As pesquisas coexistiram entre 2012 e 2016. Portanto, 2012 marca o início da nova pesquisa; o fim da PME ocorreu depois. |
| 2020 | Suspensão da coleta presencial em março e adoção de entrevistas por telefone durante a pandemia. IBGE: coleta em 2020 | Mudança operacional e queda de resposta, com efeitos na representatividade da amostra. Isso ajuda a explicar a revisão dos pesos em 2021. |
| Nov./2021 | Novo método de calibração dos fatores de expansão. IBGE: notas de 2021 | Recalcula estimativas e a série histórica. É uma revisão dos pesos da amostra, diferente da mudança de pesquisa em 2012. |
| 31/07/2025 | Reponderação com projeções populacionais de 2024 que incorporam o Censo 2022. IBGE: reponderação de 2025 | Atualiza os resultados históricos dos trimestres móveis; publicações de versões anteriores podem apresentar outros valores. |
Há déficit quando as despesas públicas superam as receitas em um período. Expressá-lo como parcela do PIB permite comparar esse desequilíbrio com o tamanho da economia.
Déficit (% do PIB) = (despesas − receitas) ÷ PIB × 100
Exemplo: despesas de R$ 110 bilhões e receitas de R$ 100 bilhões geram déficit de R$ 10 bilhões. Com PIB de R$ 1 trilhão, isso corresponde a 1% do PIB.
Exclui os juros da dívida. Ajuda a avaliar o saldo das receitas e despesas não financeiras.
Inclui os juros. Um superávit primário pode coexistir com déficit nominal se os juros forem maiores.
O déficit é um fluxo durante o período. A dívida é um estoque em uma data e também depende de outros ajustes.
Como ler o gráfico: os déficits aparecem como valores positivos: uma linha mais alta representa maior déficit em relação ao PIB. Governo central, governo geral e setor público consolidado têm abrangências diferentes; a comparação exige o mesmo conceito. As fontes originais indicam FMI/FRED sem detalhar a série fiscal específica.
Banco Central: conceitos das estatísticas fiscais · FMI: receitas, despesas e saldo fiscal.
| Quando | O que mudou | Impacto na comparação |
|---|---|---|
| Sem uma data única | As séries podem usar resultado primário ou nominal e abranger governo central, governo geral ou setor público consolidado. Banco Central | A mesma definição precisa ser mantida ao longo do tempo; mudanças de juros, abrangência ou método não são intercambiáveis. |
| Revisões periódicas | O percentual também pode mudar quando o PIB usado no denominador é revisto. IBGE: retropolação | O arquivo original não identifica o código da série FMI/FRED. Assim, não é possível atribuir com segurança uma data de mudança específica à linha fiscal exibida. |
O Produto Interno Bruto mede o valor dos bens e serviços finais produzidos no país durante um período. Contar apenas os produtos finais evita somar duas vezes insumos já incorporados ao produto.
A linha mostra o crescimento real anual: a variação do volume da produção, descontando o efeito das mudanças de preços. Uma alta do PIB em reais correntes pode refletir tanto mais produção quanto preços maiores.
Crescimento real = [(volume do PIB no ano ÷ volume no ano anterior) − 1] × 100
Exemplo: se um índice de volume passa de 100 para 103, a economia cresceu 3%. Uma taxa de −3% indica que produziu menos que no ano anterior.
Como interpretar: o PIB é a produção de um período. O crescimento agregado não informa como a renda foi distribuída nem garante que a renda de cada pessoa aumentou. PIB por habitante, desigualdade e qualidade de vida respondem a outras perguntas.
IBGE: o que é o PIB · IBGE: Contas Nacionais e crescimento em volume.
| Quando | O que mudou | Impacto na comparação |
|---|---|---|
| Mar./2007 | Nova série das Contas Nacionais com referência 2000. IBGE: histórico das Contas Nacionais | Atualização das fontes e da metodologia; valores históricos publicados em versões antigas podem diferir. |
| Mar./2015 | Nova referência 2010, SNA 2008, CNAE 2.0, novas fontes e ajustes de conceitos e algoritmos. IBGE: histórico das Contas Nacionais | Revisão estrutural. Os resultados anteriores foram ajustados por retropolação, preservando uma série comparável. |
| Após a revisão | A série de referência 2010 incorpora resultados anteriores e cobre agregados desde 1995. IBGE: retropolação | Ao usar uma única versão da série retropolada, não é preciso tratar 2015 como uma interrupção da produção econômica. Misturar versões antigas e novas compromete a comparação. |
O índice de Gini mede quanto a distribuição da renda se afasta de uma distribuição perfeitamente igual. O cálculo usa a curva de Lorenz, que relaciona a parcela acumulada da população, da menor para a maior renda, à parcela acumulada da renda recebida.
Todas as pessoas recebem a mesma renda.
Toda a renda fica concentrada em uma única pessoa.
Uma queda do índice indica uma distribuição de renda menos concentrada.
Exemplo: passar de 54 para 51 indica menor desigualdade. O coeficiente também pode ser publicado na escala de 0 a 1: 0,54 equivale a 54 na escala deste gráfico.
Como interpretar: Gini 54 é um índice, não uma parcela de 54% da população ou da renda. Ele descreve a distribuição; a renda média informa o nível de renda. Compare medidas com o mesmo conceito de renda, população e pesquisa. O gráfico usa a série World Bank/FRED e tem uma lacuna em 2010.
Banco Mundial: definição e metodologia do Gini.
| Quando | O que mudou | Impacto na comparação |
|---|---|---|
| 2012–2015 | PNAD Contínua iniciada em 2012; a PNAD anual antiga teve sua última edição em 2015. IBGE | Mudam pesquisa, amostra e captação dos rendimentos. 2012 é um marco das fontes oficiais; não comprova que a série World Bank/FRED deste gráfico tenha uma troca direta nesse ano. |
| Jul./2019 | Tratamento de valores extremos e correção de rendimentos na PNAD Contínua. IBGE: revisão dos rendimentos | A revisão dos dados de renda pode afetar medidas de desigualdade calculadas com esses dados. |
| Nov./2021 | Nova calibração da PNAD Contínua. IBGE: notas de 2021 | Estimativas de distribuição da renda baseadas na pesquisa também podem ser revistas. |
| 2025 | Novos pesos baseados nas projeções que incorporam o Censo 2022; atualização nas divulgações temáticas anuais. IBGE: reponderação de 2025 | Ginis publicados em versões anteriores da PNAD Contínua podem mudar. Isso não significa que o conceito matemático do Gini foi alterado. |
A renda média real representa o rendimento médio mensal corrigido pela inflação para permitir comparações de poder de compra. Na PNAD Contínua, as medidas de rendimento do trabalho consideram pessoas ocupadas com rendimento e podem abranger o trabalho principal ou todos os trabalhos.
A média é ponderada para representar a população pesquisada. O rendimento habitual descreve o valor normalmente recebido; o efetivo descreve o valor recebido no mês de referência.
Renda real em preços da base = renda nominal × (índice de preços da base ÷ índice de preços do período)
Exemplo: se a renda nominal sobe 5% e os preços também sobem 5%, o poder de compra fica igual. Se a renda sobe menos que os preços, a renda real cai.
Como interpretar: a média pode aumentar mesmo sem aumento para todos, por mudanças na composição dos trabalhadores ou na distribuição da renda. A mediana descreve a pessoa no meio da distribuição. Comparações exigem a mesma medida e base de preços; o arquivo original não informa essa base. A linha começa em 2012, junto da PNAD Contínua.
IBGE/SIDRA: rendimento médio mensal real e nominal do trabalho.
| Quando | O que mudou | Impacto na comparação |
|---|---|---|
| 2012 | Início da série nacional da PNAD Contínua. IBGE | O gráfico deixa os anos anteriores vazios para evitar uma junção artificial com medidas de outra pesquisa. |
| 29/07/2019 | Revisão dos rendimentos: tratamento de outliers na série 2012–2019 e de valores repetidos na base de 2014. IBGE: revisão dos rendimentos | Atualiza médias e microdados históricos; compare publicações que usem a mesma versão revisada. |
| 2020 | Coleta presencial suspensa e entrevistas por telefone durante a pandemia. IBGE: coleta em 2020 | Alteração operacional com perda de resposta; exige atenção à representatividade, especialmente na leitura do período pandêmico. |
| Nov./2021 | Alteração da calibração dos fatores de expansão. IBGE: notas de 2021 | Pesos revistos podem alterar a renda média estimada, inclusive em anos anteriores. |
| 2025 | Reponderação com projeções que incorporam o Censo 2022. IBGE: reponderação de 2025 | Revisa a série histórica. Além da versão dos pesos, mantenha o mesmo conceito de renda e a mesma base de preços. |
O EMBI+, da J.P. Morgan, é usado como indicador de risco-país. O spread soberano compara o rendimento de uma cesta de títulos de dívida externa do país com o de títulos de referência do Tesouro dos Estados Unidos.
O valor representa o prêmio adicional exigido pelo mercado para carregar esses títulos. É influenciado pela percepção de risco, pela liquidez e pelas condições financeiras internacionais.
100 pontos-base = 1 ponto percentual de juros
Exemplo: 300 pontos-base correspondem a um prêmio de 3 pontos percentuais. Em uma comparação simplificada, uma referência de 4% e um spread de 300 pontos-base implicariam rendimento de aproximadamente 7%.
Como interpretar: uma alta indica maior prêmio exigido pelo mercado. O valor não é uma probabilidade de calote, uma nota de agência de classificação ou a taxa Selic. EMBI+, EMBI Global e CDS têm metodologias diferentes; ao comparar períodos, confirme o indicador e se o valor é média anual ou de fim de ano. Aqui a escala própria está em pontos-base.
Banco Central: definição do EMBI+ e do spread soberano.
| Quando | O que mudou | Impacto na comparação |
|---|---|---|
| Meados de 2024 | Descontinuação da série EMBI+, registrada em documentação da ARSP. ARSP: nota sobre o fim do EMBI+ | Continuidade exige confirmação: séries posteriores podem usar EMBI Global/EMBIG ou outro indicador, com composição e metodologia diferentes. |
| 2024–2025 no gráfico | O arquivo fornecido contém valores sob o rótulo EMBI+, sem identificar a fonte exata ou eventual substituição. | Esses pontos não estão confirmados como continuação homogênea do EMBI+. EMBI Global e CDS soberano precisam ser identificados como outras métricas; a troca não deve ser silenciosa. |
A linha ciano no gráfico principal combina moedas de parceiros comerciais e inflação relativa · índice 2020 = 100 · média anual de 12 meses.
Fonte: Bank for International Settlements (BIS) · M.R.B.BR. 288 observações mensais, agregadas nesta página em 24 médias anuais. Extração: 05/10/2026. Baixar a série anual (CSV).
O REER combina taxas bilaterais ponderadas pelo comércio de manufaturados e as ajusta pelos preços ao consumidor de cada economia. Considera comércio direto e concorrência em terceiros mercados. Método BIS.
REER = índice cambial nominal ponderado × ajuste de preços relativos · normalizado para 2020 = 100
Como ler: alta significa apreciação real frente à cesta; queda, depreciação real. Inflação brasileira mais alta que a dos parceiros pode elevar o índice mesmo sem valorização nominal.
Exemplo ilustrativo: 110 indica apreciação real de 10% em relação à base de 2020. Não equivale a uma cotação de R$ 110 nem comprova que a moeda esteja sobrevalorizada.
O índice informa sobre preços relativos internacionais; não mede renda ou poder de compra individual. Sua ponderação por manufaturados não resume toda a competitividade, inclusive serviços e cadeias de produção. Limitações metodológicas.
Esta página usa a série mensal M.R.B.BR e calcula a média aritmética dos 12 meses de cada ano. Os dados já incorporam o ajuste de inflação do BIS. Série oficial · Documentação atual.
| Quando | O que mudou | Impacto na comparação |
|---|---|---|
| Mar./2006 | Novos índices amplos publicados com 52 economias e pesos comerciais variáveis no tempo. BIS. | Histórico amplo disponível desde 1994; 2006 é a publicação do método, não o início dos dados. |
| Abr./2019 | A moeda venezuelana foi excluída da cesta ampla. BIS. | Mudança de composição: usa-se a série atual inteira, sem combinar vintages. |
| Até 2023 | A cobertura foi ampliada gradualmente de 52 para 64 economias. BIS. | 2023 marca a cobertura alcançada, não uma troca simultânea de todas as moedas. |
| Pesos trienais | Pesos baseados em janelas de três anos, com encadeamento. BIS. | Os parceiros mudam de importância; o método admite revisões históricas. |
| Base 2020 = 100 | 2020 é a referência de escala. BIS. | 100 é referência; não é um valor de equilíbrio estimado. |
| Ano | Índice 2020 = 100 | Meses observados |
|---|---|---|
| 2002 | 92,30 | 12 |
| 2003 | 89,63 | 12 |
| 2004 | 93,56 | 12 |
| 2005 | 115,23 | 12 |
| 2006 | 128,91 | 12 |
| 2007 | 139,43 | 12 |
| 2008 | 146,53 | 12 |
| 2009 | 146,65 | 12 |
| 2010 | 166,79 | 12 |
| 2011 | 174,65 | 12 |
| 2012 | 158,01 | 12 |
| 2013 | 150,51 | 12 |
| 2014 | 148,96 | 12 |
| 2015 | 124,51 | 12 |
| 2016 | 132,24 | 12 |
| 2017 | 144,17 | 12 |
| 2018 | 128,84 | 12 |
| 2019 | 126,25 | 12 |
| 2020 | 100,00 | 12 |
| 2021 | 96,59 | 12 |
| 2022 | 109,78 | 12 |
| 2023 | 116,31 | 12 |
| 2024 | 111,81 | 12 |
| 2025 | 108,91 | 12 |
Extraído em 05/10/2026; média anual calculada nesta página. Exibição arredondada a duas casas. Texto em português preparado para esta página; não é uma tradução oficial do BIS.
Percentual de pessoas com renda ou consumo abaixo da linha internacional de US$ 8,30 por pessoa por dia, em paridade de poder de compra de 2021. A PPA ajusta diferenças de preços entre países; não é uma conversão pela cotação do dólar. Uma queda significa menor incidência de pobreza segundo esta linha.
Dados no gráfico: 2002–2024. Último valor: 20,6 % (2024).
Em junho de 2025, o Banco Mundial substituiu US$ 6,85 (PPA 2017) por US$ 8,30 (PPA 2021) e revisou os valores históricos. Toda a série aqui usa a mesma definição atual; não se unem publicações antigas e novas. A série harmonizada usa pesquisas domiciliares brasileiras e requer cuidado com a transição PNAD/PNAD Contínua. Sem valor em 2010 e 2025.
Percentual de pessoas abaixo da linha internacional de US$ 3,00 por pessoa por dia, em PPA de 2021. É um subconjunto da população abaixo de US$ 8,30; as duas taxas não devem ser somadas. Não é um indicador de insegurança alimentar ou de toda a privação material.
Dados no gráfico: 2002–2024. Último valor: 3 % (2024).
Em junho de 2025, a linha internacional passou de US$ 2,15 em PPA 2017 para US$ 3,00 em PPA 2021. Os anos históricos apresentados já seguem a definição atual. Há uma lacuna em 2010; não há observação de 2025 nesta extração.
Média do rendimento domiciliar per capita: rendimentos do domicílio divididos pelos moradores considerados na pesquisa, incluindo rendimentos de trabalho e de outras fontes. Todos os anos estão a preços médios de 2025. É uma média, não a mediana nem a renda individual de cada brasileiro. Complementa o indicador de renda do trabalho.
Dados no gráfico: 2012–2025. Último valor: 2264,0 R$ de 2025 / mês (2025).
PNAD Contínua anual, Brasil, total da população: SIDRA 7534, variável 10816, classificação 1042, categoria Total (49283). A série começa em 2012. Calibrações e reponderações em 2021 e 2025 podem revisar o histórico; a base de preços avança quando o último ano é atualizado. O gráfico não cola a antiga PNAD a esta série.
Número de anos que uma pessoa recém-nascida viveria se os padrões de mortalidade do período permanecessem ao longo de sua vida. É uma medida de período, não a idade média dos óbitos nem uma previsão individual. A série permite ver perdas de longevidade durante a pandemia.
Dados no gráfico: 2002–2024. Último valor: 76,02 anos (2024).
Série internacional harmonizada do Banco Mundial, com fontes demográficas das Nações Unidas e fontes nacionais. Não é identificada como a série exclusiva das tábuas do IBGE. Novas revisões demográficas podem recalcular anos anteriores; usa-se uma única versão da série, sem misturar vintages. Último ano nesta extração: 2024.
Mortes ilícitas infligidas com intenção de matar ou causar lesão grave, por 100 mil habitantes. Ajustar pela população permite comparar anos com tamanhos populacionais diferentes. Uma queda representa menor violência letal registrada nesta definição; não mede todos os crimes ou a sensação de segurança.
Dados no gráfico: 2002–2023. Último valor: 19,28 por 100 mil habitantes (2023).
Série UNODC publicada no WDI do Banco Mundial. A definição e os registros não são automaticamente equivalentes à taxa do Atlas da Violência/SIM; não se unem as duas fontes. Mudanças de cobertura, classificação de mortes e denominador populacional podem afetar comparações. Sem dados de 2024 e 2025 nesta extração.
O Ideb combina desempenho dos estudantes em português e matemática no Saeb com as taxas de aprovação do Censo Escolar. Esta linha mostra anos iniciais do ensino fundamental, total do Brasil, incluindo redes pública e privada. A escala vai de 0 a 10; uma alta significa avanço no indicador composto. Não mede todas as dimensões da qualidade educacional.
Dados no gráfico: 2005–2025. Último valor: 6,3 índice 0–10 (2025).
Criado em 2007, com resultados retrospectivos desde 2005. Divulgação bienal: apenas anos com observação têm pontos; os traços entre eles são guias de leitura, não valores calculados para os anos intermediários. Em 2021, pandemia, participação nas avaliações e políticas de aprovação exigem cuidado na comparação. As três etapas são mantidas separadas. Dados 2005–2023: quadro-resumo oficial do Inep; 2025: divulgação oficial de agosto de 2026.
Fonte: Inep · Saeb/Censo Escolar · Histórico 2005–2023 · Resultados de 2025
O Ideb combina desempenho dos estudantes em português e matemática no Saeb com as taxas de aprovação do Censo Escolar. Esta linha mostra anos finais do ensino fundamental, total do Brasil, incluindo redes pública e privada. A escala vai de 0 a 10; uma alta significa avanço no indicador composto. Não mede todas as dimensões da qualidade educacional.
Dados no gráfico: 2005–2025. Último valor: 5,3 índice 0–10 (2025).
Criado em 2007, com resultados retrospectivos desde 2005. Divulgação bienal: apenas anos com observação têm pontos; os traços entre eles são guias de leitura, não valores calculados para os anos intermediários. Em 2021, pandemia, participação nas avaliações e políticas de aprovação exigem cuidado na comparação. As três etapas são mantidas separadas. Dados 2005–2023: quadro-resumo oficial do Inep; 2025: divulgação oficial de agosto de 2026.
Fonte: Inep · Saeb/Censo Escolar · Histórico 2005–2023 · Resultados de 2025
O Ideb combina desempenho dos estudantes em português e matemática no Saeb com as taxas de aprovação do Censo Escolar. Esta linha mostra ensino médio, total do Brasil, incluindo redes pública e privada. A escala vai de 0 a 10; uma alta significa avanço no indicador composto. Não mede todas as dimensões da qualidade educacional.
Dados no gráfico: 2005–2025. Último valor: 4,5 índice 0–10 (2025).
Criado em 2007, com resultados retrospectivos desde 2005. Divulgação bienal: apenas anos com observação têm pontos; os traços entre eles são guias de leitura, não valores calculados para os anos intermediários. Em 2021, pandemia, participação nas avaliações e políticas de aprovação exigem cuidado na comparação. As três etapas são mantidas separadas. Dados 2005–2023: quadro-resumo oficial do Inep; 2025: divulgação oficial de agosto de 2026.
Fonte: Inep · Saeb/Censo Escolar · Histórico 2005–2023 · Resultados de 2025
TL;DR: homicídios, crimes contra veículos e violência sexual cobrem dimensões diferentes. Registro policial depende da ocorrência, da denúncia, da classificação e do envio de dados. Uma queda nos registros não prova, sozinha, queda na violência real.
Cálculo: as novas linhas são os totais anuais publicados pelo Sinesp. Furtos e roubos contam ocorrências; as duas categorias de estupro contam vítimas registradas. Não há divisão pela população ou frota nestas linhas, nem um “índice total de criminalidade”. Elas não abrangem todos os roubos, agressões, fraudes ou violência doméstica.
Cobertura: recorte observado 2020–2025 na mesma edição Mapa 2026. Estupro de vulnerável só é plotado até 2023; faltam quatro estados em 2024 e Rio de Janeiro em 2025. O lançamento de uma categoria separada na publicação de 2026 não significa que o crime começou naquele ano.
Número anual de ocorrências de furto de veículos registradas na categoria do Sinesp. Furto é subtração sem violência ou grave ameaça à pessoa; roubo envolve violência ou ameaça. Mede uma dimensão dos crimes patrimoniais, não todos os furtos. Por ser uma contagem, também depende do tamanho da frota. A taxa oficial por frota é outra medida, não mostrada nesta linha.
Mapa da Segurança Pública 2026, Sinesp; dados dos estados e DF, extraídos pelo MJSP em 25/02/2026. O gráfico usa totais anuais registrados, não taxas nem estimativas de todos os crimes ocorridos. Mudanças na denúncia, classificação, cobertura e envio de dados podem alterar a série; registros estão sujeitos a revisão. Anos anteriores a 2020 ficam vazios neste recorte. Não se somam categorias como se fossem pessoas ou crimes distintos. Fonte: gráfico da página 120.
Entenda os limites de registro e cobertura · Fonte: MJSP · Sinesp · Mapa 2026
Número anual de ocorrências de roubo de veículos registradas no Sinesp. A categoria envolve subtração mediante violência ou grave ameaça. Complementa os furtos e a violência letal, mas não representa todos os roubos, agressões ou a sensação de insegurança. A linha mostra contagem; as taxas oficiais para este crime usam a frota como denominador.
Mapa da Segurança Pública 2026, Sinesp; dados dos estados e DF, extraídos pelo MJSP em 25/02/2026. O gráfico usa totais anuais registrados, não taxas nem estimativas de todos os crimes ocorridos. Mudanças na denúncia, classificação, cobertura e envio de dados podem alterar a série; registros estão sujeitos a revisão. Anos anteriores a 2020 ficam vazios neste recorte. Não se somam categorias como se fossem pessoas ou crimes distintos. Fonte: gráfico da página 127.
Entenda os limites de registro e cobertura · Fonte: MJSP · Sinesp · Mapa 2026
Quantidade anual de vítimas registradas na categoria denominada Estupro no Mapa da Segurança Pública 2026. A fonte apresenta Estupro de vulnerável em uma categoria separada, também disponível neste gráfico. Esta linha sozinha não representa toda a violência sexual. Crimes não denunciados não aparecem; uma alta pode refletir mais denúncias ou melhor registro, além de mudança na violência. A fonte admite que um crime acompanhado de estupro também seja contado em outra categoria.
Mapa da Segurança Pública 2026, Sinesp; dados dos estados e DF, extraídos pelo MJSP em 25/02/2026. O gráfico usa totais anuais registrados, não taxas nem estimativas de todos os crimes ocorridos. Mudanças na denúncia, classificação, cobertura e envio de dados podem alterar a série; registros estão sujeitos a revisão. Anos anteriores a 2020 ficam vazios neste recorte. Não se somam categorias como se fossem pessoas ou crimes distintos. Fonte: gráfico da página 144.
Entenda os limites de registro e cobertura · Fonte: MJSP · Sinesp · Mapa 2026
Quantidade anual de vítimas registradas na categoria específica Estupro de vulnerável, apresentada separadamente no Mapa 2026. Inclui pessoas abrangidas pela proteção jurídica dessa tipificação, com destaque para crianças e adolescentes. É registro policial, sujeito a subnotificação, não estimativa da prevalência real. Não se devem somar automaticamente séries de fontes ou classificações diferentes.
Mapa da Segurança Pública 2026, Sinesp; dados dos estados e DF, extraídos pelo MJSP em 25/02/2026. O gráfico usa totais anuais registrados, não taxas nem estimativas de todos os crimes ocorridos. Mudanças na denúncia, classificação, cobertura e envio de dados podem alterar a série; registros estão sujeitos a revisão. Anos anteriores a 2020 ficam vazios neste recorte. Não se somam categorias como se fossem pessoas ou crimes distintos. Fonte: gráfico da página 153. A edição 2026 foi a primeira a divulgar esta categoria separadamente. Em 2024 faltam Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e Rondônia; em 2025 falta Rio de Janeiro. Os totais parciais publicados (59.519 e 59.294) não são plotados como nacionais comparáveis: esses anos ficam vazios.
Entenda os limites de registro e cobertura · Fonte: MJSP · Sinesp · Mapa 2026
TL;DR: avalia competências de estudantes na faixa dos 15 anos; complementa o Ideb, que combina aprendizagem e aprovação. O PISA não é uma nota de 0 a 10 nem a porcentagem de acertos.
Como ler: são médias estimadas para a população escolar elegível, em escalas internacionais. A amostra, os itens e a incerteza importam. Pequenas diferenças entre edições não demonstram automaticamente melhora ou piora; os traços entre pontos não são medições anuais.
Mudanças: computador em 2015; aplicação adaptativa por blocos em leitura em 2018, matemática em 2022 e ciências em 2025. O teste encaminha blocos conforme o desempenho e melhora a precisão, especialmente nos extremos. Itens comuns entre ciclos ajudam a manter a ligação das escalas; compare resultados oficiais com suas ressalvas.
Inep: população avaliada, desenho e comparabilidade · Tabela histórica oficial 2000–2025
Média de proficiência do Brasil em matemática no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA), coordenado pela OCDE. Mede competências de estudantes na faixa dos 15 anos, matriculados a partir do 7º ano; não abrange todos os jovens nem é o Ideb. Maior pontuação representa maior desempenho nesta escala. As três áreas ficam separadas.
Fonte única para os pontos: apresentação Inep/OCDE PISA 2025, página 3, publicada em setembro de 2026. Só há pontos nas edições avaliadas; linhas tracejadas são guias, sem estimar anos intermediários. Recorte histórico usado pela fonte: matemática desde 2003 e ciências desde 2006. A mudança para computador em 2015 e testes adaptativos em leitura (2018), matemática (2022) e ciências (2025) têm notas na linha do tempo. Diferenças pequenas podem estar dentro da incerteza estatística; as linhas não mostram intervalos de confiança.
Como o PISA mede aprendizagem · Fonte: OCDE · PISA, apresentação Inep 2025
Média de proficiência do Brasil em leitura no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA), coordenado pela OCDE. Mede competências de estudantes na faixa dos 15 anos, matriculados a partir do 7º ano; não abrange todos os jovens nem é o Ideb. Maior pontuação representa maior desempenho nesta escala. As três áreas ficam separadas.
Fonte única para os pontos: apresentação Inep/OCDE PISA 2025, página 3, publicada em setembro de 2026. Só há pontos nas edições avaliadas; linhas tracejadas são guias, sem estimar anos intermediários. Recorte histórico usado pela fonte: matemática desde 2003 e ciências desde 2006. A mudança para computador em 2015 e testes adaptativos em leitura (2018), matemática (2022) e ciências (2025) têm notas na linha do tempo. Diferenças pequenas podem estar dentro da incerteza estatística; as linhas não mostram intervalos de confiança.
Como o PISA mede aprendizagem · Fonte: OCDE · PISA, apresentação Inep 2025
Média de proficiência do Brasil em ciências no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA), coordenado pela OCDE. Mede competências de estudantes na faixa dos 15 anos, matriculados a partir do 7º ano; não abrange todos os jovens nem é o Ideb. Maior pontuação representa maior desempenho nesta escala. As três áreas ficam separadas.
Fonte única para os pontos: apresentação Inep/OCDE PISA 2025, página 3, publicada em setembro de 2026. Só há pontos nas edições avaliadas; linhas tracejadas são guias, sem estimar anos intermediários. Recorte histórico usado pela fonte: matemática desde 2003 e ciências desde 2006. A mudança para computador em 2015 e testes adaptativos em leitura (2018), matemática (2022) e ciências (2025) têm notas na linha do tempo. Diferenças pequenas podem estar dentro da incerteza estatística; as linhas não mostram intervalos de confiança.
Como o PISA mede aprendizagem · Fonte: OCDE · PISA, apresentação Inep 2025