A linha ciano no gráfico principal mostra US$ que R$ 1 compra · média anual das cotações diárias · uma linha mais alta indica um real mais forte frente ao dólar.
Fonte: Banco Central · PTAX venda diária, SGS 1. 6.031 cotações em 24 anos completos. A média é calculada após inverter cada cotação diária R$/US$. Baixar a série anual (CSV).
Os asteriscos no eixo do gráfico indicam mudanças das fontes. Abra uma nota abaixo e siga os links para o trecho exato da explicação. As datas de publicação das revisões não são quebras automáticas em séries retropoladas ou encadeadas.
A estrutura baseada na POF 2002–2003 entrou em vigor em julho de 2006.
A revisão das Contas Nacionais publicada em março de 2007 alterou fontes e valores históricos.
Em 1º de julho, a PTAX passou a usar quatro consultas diárias aos dealers. A média anual de 2011 contém dias dos dois métodos.
A PNAD Contínua começou em janeiro. As pesquisas anteriores têm outra abrangência e outros conceitos; a PME continuou até 2016. O IPCA também recebeu novos pesos, com série encadeada.
A revisão publicada em março incorporou novas fontes, classificações e o SNA 2008. Os anos anteriores foram recalculados.
A PME foi encerrada em março. Esta data marca o fim da pesquisa antiga, sem transformar a PME e a PNAD Contínua em uma única série homogênea.
O IBGE revisou a metodologia e os microdados de rendimentos em julho; indicadores de renda e desigualdade podem diferir de publicações anteriores.
O IPCA passou a usar a POF 2017–2018 em janeiro. Durante a pandemia, a coleta da PNAD Contínua passou a ser remota, com efeitos sobre as condições de resposta e comparação.
A revisão dos fatores de expansão em novembro reponderou a série histórica de trabalho, renda e desigualdade.
O EMBI+ foi descontinuado em meados de 2024. Os valores de 2024–2025 deste arquivo exigem confirmação da fonte e não estão certificados como continuação da mesma métrica.
Novas projeções populacionais, incorporando o Censo 2022, foram usadas para reponderar a série histórica da PNAD Contínua.
Atenção a 2012: as pesquisas de trabalho e renda têm amostras e conceitos diferentes. A PNAD Contínua começou nesse ano; a PME continuou até 2016. IPCA encadeado e PIB retropolado preservam a comparação histórica de forma distinta. Nas linhas harmonizadas OIT/World Bank, consulte também a documentação da série.
Uma revisão dos pesos pode alterar valores passados sem mudar a definição do indicador. Os marcos abaixo documentam as fontes; não certificam que todos os pontos deste arquivo já incorporam a última revisão.
Abra cada indicador para ver o que ele mede, como interpretar o valor, quando o método mudou e o impacto na comparação histórica. Os exemplos são ilustrativos.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo mede a variação dos preços de uma cesta de produtos e serviços consumidos pelas famílias. É o índice oficial de inflação do Brasil e abrange famílias com renda de 1 a 40 salários mínimos nas áreas urbanas pesquisadas.
O IBGE compara preços e pondera os itens pela participação nas despesas das famílias, estimada pela Pesquisa de Orçamentos Familiares. Alimentação, transporte e moradia, por exemplo, têm pesos diferentes.
IPCA anual = [(índice de dezembro ÷ índice de dezembro do ano anterior) − 1] × 100
Exemplo: inflação de 5% transforma uma cesta de R$ 100 em uma de R$ 105. Uma queda da inflação de 5% para 3% significa que os preços continuam subindo, a um ritmo menor. Inflação negativa indica queda média de preços.
Como ler o gráfico: a linha mostra o acumulado de cada ano. Sua inflação pessoal pode diferir do IPCA porque sua cesta de compras é diferente da média.
IBGE: o que é inflação e como o IPCA é calculado.
| Quando | O que mudou | Impacto na comparação |
|---|---|---|
| Jul./2006 | Pesos atualizados pela POF 2002–2003, substituindo a estrutura baseada na POF 1995–1996. IBGE | Atualiza a importância de cada gasto das famílias; também houve aperfeiçoamentos específicos de métodos e conceitos. |
| Jan./2012 | Nova estrutura de pesos baseada na POF 2008–2009. IBGE | O método geral foi mantido. Os resultados foram encadeados para permitir comparação histórica. |
| Jan./2020 | Nova cesta e ponderação baseada na POF 2017–2018. IBGE | Representa novos hábitos de consumo. A mudança de pesos preserva a concepção geral do índice; não equivale à troca de pesquisa do desemprego. |
Na PNAD Contínua do IBGE, uma pessoa desocupada tem 14 anos ou mais, está sem trabalho, está disponível para trabalhar e procura uma ocupação. A taxa considera a força de trabalho: pessoas ocupadas e desocupadas.
Taxa de desocupação = desocupados ÷ (ocupados + desocupados) × 100
Exemplo ilustrativo: 94 pessoas ocupadas e 6 desocupadas formam uma força de trabalho de 100 pessoas. A taxa é 6%.
Incluem empregados, autônomos e empreendedores, inclusive quem trabalha na informalidade.
Quem se dedica apenas aos estudos ou aos cuidados da casa e não procura trabalho fica fora do cálculo.
Querem trabalhar e estão disponíveis, mas desistiram de procurar por dificuldades no mercado. Ficam fora da taxa de desemprego; o desalento é medido separadamente.
Receber Bolsa Família, BPC ou seguro-desemprego não determina a classificação: ela depende da situação de trabalho e de procura por ocupação.
Leia a explicação completa do IBGE sobre desemprego.
Procura por trabalho: a pesquisa considera a busca efetiva nos 30 dias anteriores e a disponibilidade na semana de referência. Também contempla quem já conseguiu trabalho com início previsto em menos de quatro meses após essa semana. Definição técnica do IBGE.
Sobre este gráfico: a definição acima descreve a PNAD Contínua. A linha histórica de desemprego de 2002–2025 usa uma série harmonizada OIT/World Bank; a PNAD Contínua nacional começa em 2012.
| Quando | O que mudou | Impacto na comparação |
|---|---|---|
| Jan./2012 | Implantação nacional definitiva da PNAD Contínua, com amostra e metodologia próprias. IBGE | Comparabilidade exige cuidado: a PME cobria seis regiões metropolitanas. Suas taxas não formam, por simples junção, uma série nacional homogênea com a PNAD Contínua. |
| Mar./2016 | Encerramento da PME, com divulgação final referente a fevereiro de 2016. IBGE | As pesquisas coexistiram entre 2012 e 2016. Portanto, 2012 marca o início da nova pesquisa; o fim da PME ocorreu depois. |
| 2020 | Suspensão da coleta presencial em março e adoção de entrevistas por telefone durante a pandemia. IBGE: coleta em 2020 | Mudança operacional e queda de resposta, com efeitos na representatividade da amostra. Isso ajuda a explicar a revisão dos pesos em 2021. |
| Nov./2021 | Novo método de calibração dos fatores de expansão. IBGE: notas de 2021 | Recalcula estimativas e a série histórica. É uma revisão dos pesos da amostra, diferente da mudança de pesquisa em 2012. |
| 31/07/2025 | Reponderação com projeções populacionais de 2024 que incorporam o Censo 2022. IBGE: reponderação de 2025 | Atualiza os resultados históricos dos trimestres móveis; publicações de versões anteriores podem apresentar outros valores. |
Há déficit quando as despesas públicas superam as receitas em um período. Expressá-lo como parcela do PIB permite comparar esse desequilíbrio com o tamanho da economia.
Déficit (% do PIB) = (despesas − receitas) ÷ PIB × 100
Exemplo: despesas de R$ 110 bilhões e receitas de R$ 100 bilhões geram déficit de R$ 10 bilhões. Com PIB de R$ 1 trilhão, isso corresponde a 1% do PIB.
Exclui os juros da dívida. Ajuda a avaliar o saldo das receitas e despesas não financeiras.
Inclui os juros. Um superávit primário pode coexistir com déficit nominal se os juros forem maiores.
O déficit é um fluxo durante o período. A dívida é um estoque em uma data e também depende de outros ajustes.
Como ler o gráfico: os déficits aparecem como valores positivos: uma linha mais alta representa maior déficit em relação ao PIB. Governo central, governo geral e setor público consolidado têm abrangências diferentes; a comparação exige o mesmo conceito. As fontes originais indicam FMI/FRED sem detalhar a série fiscal específica.
Banco Central: conceitos das estatísticas fiscais · FMI: receitas, despesas e saldo fiscal.
| Quando | O que mudou | Impacto na comparação |
|---|---|---|
| Sem uma data única | As séries podem usar resultado primário ou nominal e abranger governo central, governo geral ou setor público consolidado. Banco Central | A mesma definição precisa ser mantida ao longo do tempo; mudanças de juros, abrangência ou método não são intercambiáveis. |
| Revisões periódicas | O percentual também pode mudar quando o PIB usado no denominador é revisto. IBGE: retropolação | O arquivo original não identifica o código da série FMI/FRED. Assim, não é possível atribuir com segurança uma data de mudança específica à linha fiscal exibida. |
O Produto Interno Bruto mede o valor dos bens e serviços finais produzidos no país durante um período. Contar apenas os produtos finais evita somar duas vezes insumos já incorporados ao produto.
A linha mostra o crescimento real anual: a variação do volume da produção, descontando o efeito das mudanças de preços. Uma alta do PIB em reais correntes pode refletir tanto mais produção quanto preços maiores.
Crescimento real = [(volume do PIB no ano ÷ volume no ano anterior) − 1] × 100
Exemplo: se um índice de volume passa de 100 para 103, a economia cresceu 3%. Uma taxa de −3% indica que produziu menos que no ano anterior.
Como interpretar: o PIB é a produção de um período. O crescimento agregado não informa como a renda foi distribuída nem garante que a renda de cada pessoa aumentou. PIB por habitante, desigualdade e qualidade de vida respondem a outras perguntas.
IBGE: o que é o PIB · IBGE: Contas Nacionais e crescimento em volume.
| Quando | O que mudou | Impacto na comparação |
|---|---|---|
| Mar./2007 | Nova série das Contas Nacionais com referência 2000. IBGE: histórico das Contas Nacionais | Atualização das fontes e da metodologia; valores históricos publicados em versões antigas podem diferir. |
| Mar./2015 | Nova referência 2010, SNA 2008, CNAE 2.0, novas fontes e ajustes de conceitos e algoritmos. IBGE: histórico das Contas Nacionais | Revisão estrutural. Os resultados anteriores foram ajustados por retropolação, preservando uma série comparável. |
| Após a revisão | A série de referência 2010 incorpora resultados anteriores e cobre agregados desde 1995. IBGE: retropolação | Ao usar uma única versão da série retropolada, não é preciso tratar 2015 como uma interrupção da produção econômica. Misturar versões antigas e novas compromete a comparação. |
O índice de Gini mede quanto a distribuição da renda se afasta de uma distribuição perfeitamente igual. O cálculo usa a curva de Lorenz, que relaciona a parcela acumulada da população, da menor para a maior renda, à parcela acumulada da renda recebida.
Todas as pessoas recebem a mesma renda.
Toda a renda fica concentrada em uma única pessoa.
Uma queda do índice indica uma distribuição de renda menos concentrada.
Exemplo: passar de 54 para 51 indica menor desigualdade. O coeficiente também pode ser publicado na escala de 0 a 1: 0,54 equivale a 54 na escala deste gráfico.
Como interpretar: Gini 54 é um índice, não uma parcela de 54% da população ou da renda. Ele descreve a distribuição; a renda média informa o nível de renda. Compare medidas com o mesmo conceito de renda, população e pesquisa. O gráfico usa a série World Bank/FRED e tem uma lacuna em 2010.
Banco Mundial: definição e metodologia do Gini.
| Quando | O que mudou | Impacto na comparação |
|---|---|---|
| 2012–2015 | PNAD Contínua iniciada em 2012; a PNAD anual antiga teve sua última edição em 2015. IBGE | Mudam pesquisa, amostra e captação dos rendimentos. 2012 é um marco das fontes oficiais; não comprova que a série World Bank/FRED deste gráfico tenha uma troca direta nesse ano. |
| Jul./2019 | Tratamento de valores extremos e correção de rendimentos na PNAD Contínua. IBGE: revisão dos rendimentos | A revisão dos dados de renda pode afetar medidas de desigualdade calculadas com esses dados. |
| Nov./2021 | Nova calibração da PNAD Contínua. IBGE: notas de 2021 | Estimativas de distribuição da renda baseadas na pesquisa também podem ser revistas. |
| 2025 | Novos pesos baseados nas projeções que incorporam o Censo 2022; atualização nas divulgações temáticas anuais. IBGE: reponderação de 2025 | Ginis publicados em versões anteriores da PNAD Contínua podem mudar. Isso não significa que o conceito matemático do Gini foi alterado. |
A renda média real representa o rendimento médio mensal corrigido pela inflação para permitir comparações de poder de compra. Na PNAD Contínua, as medidas de rendimento do trabalho consideram pessoas ocupadas com rendimento e podem abranger o trabalho principal ou todos os trabalhos.
A média é ponderada para representar a população pesquisada. O rendimento habitual descreve o valor normalmente recebido; o efetivo descreve o valor recebido no mês de referência.
Renda real em preços da base = renda nominal × (índice de preços da base ÷ índice de preços do período)
Exemplo: se a renda nominal sobe 5% e os preços também sobem 5%, o poder de compra fica igual. Se a renda sobe menos que os preços, a renda real cai.
Como interpretar: a média pode aumentar mesmo sem aumento para todos, por mudanças na composição dos trabalhadores ou na distribuição da renda. A mediana descreve a pessoa no meio da distribuição. Comparações exigem a mesma medida e base de preços; o arquivo original não informa essa base. A linha começa em 2012, junto da PNAD Contínua.
IBGE/SIDRA: rendimento médio mensal real e nominal do trabalho.
| Quando | O que mudou | Impacto na comparação |
|---|---|---|
| 2012 | Início da série nacional da PNAD Contínua. IBGE | O gráfico deixa os anos anteriores vazios para evitar uma junção artificial com medidas de outra pesquisa. |
| 29/07/2019 | Revisão dos rendimentos: tratamento de outliers na série 2012–2019 e de valores repetidos na base de 2014. IBGE: revisão dos rendimentos | Atualiza médias e microdados históricos; compare publicações que usem a mesma versão revisada. |
| 2020 | Coleta presencial suspensa e entrevistas por telefone durante a pandemia. IBGE: coleta em 2020 | Alteração operacional com perda de resposta; exige atenção à representatividade, especialmente na leitura do período pandêmico. |
| Nov./2021 | Alteração da calibração dos fatores de expansão. IBGE: notas de 2021 | Pesos revistos podem alterar a renda média estimada, inclusive em anos anteriores. |
| 2025 | Reponderação com projeções que incorporam o Censo 2022. IBGE: reponderação de 2025 | Revisa a série histórica. Além da versão dos pesos, mantenha o mesmo conceito de renda e a mesma base de preços. |
O EMBI+, da J.P. Morgan, é usado como indicador de risco-país. O spread soberano compara o rendimento de uma cesta de títulos de dívida externa do país com o de títulos de referência do Tesouro dos Estados Unidos.
O valor representa o prêmio adicional exigido pelo mercado para carregar esses títulos. É influenciado pela percepção de risco, pela liquidez e pelas condições financeiras internacionais.
100 pontos-base = 1 ponto percentual de juros
Exemplo: 300 pontos-base correspondem a um prêmio de 3 pontos percentuais. Em uma comparação simplificada, uma referência de 4% e um spread de 300 pontos-base implicariam rendimento de aproximadamente 7%.
Como interpretar: uma alta indica maior prêmio exigido pelo mercado. O valor não é uma probabilidade de calote, uma nota de agência de classificação ou a taxa Selic. EMBI+, EMBI Global e CDS têm metodologias diferentes; ao comparar períodos, confirme o indicador e se o valor é média anual ou de fim de ano. Aqui a escala própria está em pontos-base.
Banco Central: definição do EMBI+ e do spread soberano.
| Quando | O que mudou | Impacto na comparação |
|---|---|---|
| Meados de 2024 | Descontinuação da série EMBI+, registrada em documentação da ARSP. ARSP: nota sobre o fim do EMBI+ | Continuidade exige confirmação: séries posteriores podem usar EMBI Global/EMBIG ou outro indicador, com composição e metodologia diferentes. |
| 2024–2025 no gráfico | O arquivo fornecido contém valores sob o rótulo EMBI+, sem identificar a fonte exata ou eventual substituição. | Esses pontos não estão confirmados como continuação homogênea do EMBI+. EMBI Global e CDS soberano precisam ser identificados como outras métricas; a troca não deve ser silenciosa. |
Este indicador mede o valor nominal do real frente ao dólar. Usa a PTAX de venda diária do Banco Central, expressa originalmente em reais por dólar, convertida em dólares por real.
Valor de R$ 1 em US$ = 1 ÷ cotação PTAX (R$/US$)
Exemplo: com dólar a R$ 5, R$ 1 corresponde a US$ 0,20. Se o dólar passa a R$ 4, R$ 1 corresponde a US$ 0,25: o real se valorizou frente ao dólar.
Como ler: uma alta da linha significa que o real compra mais dólares; uma queda significa que compra menos. Cada ponto é a média dos valores diários de um real naquele ano. A média das inversas diárias difere do inverso da cotação média anual.
A comparação é com o dólar americano. Ela não mede o poder de compra dentro do Brasil nem o desempenho contra uma cesta de moedas. Para essas perguntas, também é preciso considerar inflação ou índices de câmbio efetivo. A PTAX é uma referência; a cotação cobrada de uma pessoa pode incluir spread, tarifas e tributos.
Banco Central: série diária utilizada · Banco Central: perguntas sobre câmbio.
| Quando | O que mudou | Impacto na comparação |
|---|---|---|
| 01/07/2011 | A PTAX passou da média das operações interbancárias ponderada por volume para a média de quatro consultas diárias aos dealers de câmbio. Banco Central: histórico · Anúncio da mudança. | Mudou a apuração diária da referência. A unidade R$/US$ foi mantida; as médias de 2011 incluem dias calculados pelos dois métodos. |
| 2002–2025 | Nesta página, os dados diários são convertidos individualmente em US$/R$ e depois agregados pela média aritmética anual. | A regra de agregação é a mesma para todos os anos. Os pontos representam anos completos e não devem ser confundidos com taxas de fim de ano ou cotações atuais. |
| Ano | US$ por R$ 1 | R$ por US$ 1 | Cotações diárias |
|---|---|---|---|
| 2002 | 0,3527 | 2,9309 | 253 |
| 2003 | 0,3276 | 3,0715 | 253 |
| 2004 | 0,3424 | 2,9257 | 252 |
| 2005 | 0,4127 | 2,4341 | 251 |
| 2006 | 0,4596 | 2,1771 | 249 |
| 2007 | 0,5153 | 1,9483 | 250 |
| 2008 | 0,5549 | 1,8375 | 254 |
| 2009 | 0,5079 | 1,9935 | 250 |
| 2010 | 0,5689 | 1,7593 | 251 |
| 2011 | 0,5990 | 1,6746 | 251 |
| 2012 | 0,5137 | 1,9550 | 251 |
| 2013 | 0,4648 | 2,1605 | 253 |
| 2014 | 0,4260 | 2,3547 | 253 |
| 2015 | 0,3046 | 3,3387 | 250 |
| 2016 | 0,2888 | 3,4833 | 251 |
| 2017 | 0,3134 | 3,1925 | 249 |
| 2018 | 0,2753 | 3,6558 | 250 |
| 2019 | 0,2538 | 3,9461 | 253 |
| 2020 | 0,1957 | 5,1578 | 251 |
| 2021 | 0,1856 | 5,3956 | 251 |
| 2022 | 0,1940 | 5,1655 | 251 |
| 2023 | 0,2004 | 4,9953 | 249 |
| 2024 | 0,1863 | 5,3920 | 253 |
| 2025 | 0,1793 | 5,5855 | 252 |
As duas colunas são médias calculadas separadamente sobre os valores diários; uma não é o inverso exato da outra. Fonte extraída em 04/10/2026. Os valores exibidos são arredondados a quatro casas decimais.